IACA apoia pequenos produtores com ração para animais nas zonas afetadas pelos fogos

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Os industriais de alimentos compostos para animais, através da IACA – Associação dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais – estão a entregar, de forma solidária, as primeiras toneladas de alimentos compostos destinados a animais pertencentes a pequenos produtores que foram afetados pelos incêndios em Mação, Vila de Rei e Sertã. 

A alimentação que é entregue esta sexta-feira, na Zona Industrial do Carrascal, em Vila de Rei, aquando da visita do Ministro da Agricultura Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, junta-se à já entregue ontem, perfazendo um total de 6 toneladas de alimentos a distribuir a centenas de pequenos produtores afetados.

Segundo uma nota à imprensa da IACA, a operação vai continuar nos próximos dias e enquanto for necessária. A ação, que está a ser implementada em articulação com a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) e com os responsáveis veterinários dos municípios afetados pelos incêndios, inclui a possibilidade de produção de ração de emergência, uma alimentação animal com características especiais e que visa garantir as necessidades básicas dos animais enquanto a normalidade não é retomada.

A iniciativa IACA Solidária teve início em 2017, envolvendo voluntariamente todos os associados da instituição, para prestar apoio aos produtores pecuários, e seus animais, afetados pelos incêndios que devastaram Portugal em Junho e Outubro desse ano. Foram oferecidas mais de 150 toneladas de alimentos para aninais e foi criada uma ração de emergência para garantir a subsistência dos mesmos.

Em 2019, ao retomar a iniciativa Solidária que envolve, até ao momento, seis dos associados da instituição, organização que representa 80% da produção nacional, Jaime Piçarra, secretário-geral da IACA, afirma “contribuir para o bem-estar animal, no que à alimentação diz respeito, e sermos solidários com as populações, é uma das missões desta Associação. Não poderíamos fazer outra coisa se não o que estamos a fazer neste momento e o que fizemos em 2017: ir para o terreno e zelar para que os animais estejam bem nutridos, mesmo em situações anómalas como as que enfrentamos neste momento.”

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