Uma abrantina na seleção nacional de canoagem em busca da qualificação para os Jogos Olímpicos

Em Desporto

Estão quase a começar os mundiais de canoagem na Hungria. A seleção feminina portuguesa vai tentar qualificar-se para os Jogos Olímpicos de Tóquio e entre as selecionadas conta-se a médica abrantina Francisca Laia. que vai estar na competição de K4.

A hora de todas as decisões está a chegar e a Seleção Nacional de Velocidade, que vai representar Portugal, entre 21 e 25 de agosto, no Campeonato do Mundo de 2019, em Szeged, na Hungria, está definida e preparada para fazer história numa prova que vai ditar o apuramento para os Jogos Olímpicos de Tóquio de 2020.

Campeão do Mundo de K1 1000 metros e de K1 5000 metros, títulos alcançados no Campeonato do Mundo realizado, no ano passado, em Montemor-o-Velho, Fernando Pimenta é a figura maior de uma comitiva que integra um total de 12 canoístas. O limiano, além das “suas” provas de K1 1000 metros e de K1 5000 metros, também está inscrito em K1 500 metros.

Destaque, também, para o K4 500 metros constituído por Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista e David Varela. Depois das excelentes performances registadas esta época, o quarteto revela-se pronto para entrar em competição e lutar pela qualificação para as Olimpíadas a realizar, no próximo ano, no Japão.

No setor feminino, Teresa Portela vai competir, em Szeged, na prova de K1 200 metros Feminino. As esperanças portuguesas estão centradas, também, no K4 500 metros Feminino, com a formação portuguesa a ser constituída por Joana Vasconcelos, a abrantina Francisca Laia, Francisca Carvalho e Teresa Portela.

Nas canoas, três portugueses vão entrar a luta pela qualificação olímpica na Hungria. Hélder Silva já mostrou estar em excelente momento de forma e vai competir em duas provas: C1 200 metros e C1 1000 metros. Marco Apura e Bruno Afonso estão convocados para representar a Seleção Nacional em C2 1000 metros.

A paracanoagem lusa também vai estar representada em Szeged pelos paracanoístas Hugo Costa (KL2), Floriano Jesus (KL1) e Norberto Mourão (VL2). O primeiro integra as esperanças paralímpicas, enquanto os dois seguintes fazem parte do Projeto Paralímpico Tóquio 2020.De referir que as provas que os paracanoístas lusos vão cumprir têm todas a extensão de 200 metros e são distâncias paralímpicas.

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