Ministros da Agricultura e da Defesa em Alcanena para balanço do Plano Fauno

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O balanço do Plano Fauno foi ontem apresentado pelo Governo, com a presença, entre outros, de dois ministros, junto ao Miradouro de Santo António, na Serra de Santo António, em Alcanena.

O balanço do Plano Fauno foi ontem apresentado pelo Governo, com a presença, entre outros, de dois ministros, junto ao Miradouro de Santo António, na Serra de Santo António, em Alcanena.

O ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, e o ministro da Agricultura, Capoulas Santos, destacaram a importância da cooperação institucional num Plano centrado em ações de vigilância preventiva através do patrulhamento feito por profissionais do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e militares dos três ramos das Forças Armadas, através do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).

De acordo com os dados divulgados, até 10 de setembro de 2019, foram vigiados 3,5 milhões de hectares em todo o território continental. Com uma média de 44 patrulhas diárias foi possível percorrer 3.800 quilómetros em 115 percursos diferentes.

Neste Plano Fauno, que existe desde 2014, o ICNF e EMGFA comprometem-se a fazer a vigilância de espaços florestais e também a vigilância armada ou seja com meios de combate ao incêndio. Além disso, os militares colaboram também com trabalhos de abertura de caminhos corta-fogo, rescaldo, sensibilização das populações, etc. ou seja em “missões de interesse público”.

A Força Aérea tem ainda um drone para apoio à deteção de focos de incêndio, monitorização da fase de rescaldo e identificação de reacendimentos que funciona sete dias por semana, com uma equipa de 5 militares numa estação de controlo terrestre na torre do Aeródromo da Lousã. Essas imagens servem ainda para apoio à decisão de ativação de meios aéreos, análise e mapeamento de aéreas ardidas. Em Alcanena, ontem, foi ainda renovado por mais três anos o protocolo de cooperação entre os dois organismos do Estado, INCF e EMGFA. Ao todo são abrangidas 22 áreas de matas nacionais ou outras áreas florestais só gestão pública, incluindo o Parque Natural da Serra de Aire e dos Candeeiros.

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