Proteção Civil com previsão de risco de incêndio muito elevado

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Mação, Sardoal e Abrantes são os concelhos do distrito de Santarém em risco máximo  de incêndio rural.

De acordo com o IPMA, estão em risco máximo de incêndio os municípios de Tarouca (Viseu), Guarda e Figueira de Castelo Rodrigo (Guarda), Covilhã, Vila Velha de Ródão, Vila de Rei e Proença-a-Nova (Castelo Branco), Nisa e Gavião (Portalegre), Mação, Sardoal e Abrantes (Santarém) e Faro, Loulé, São Brás de Alportel, Tavira, Alcoutim e Castro Marim (Faro).

O IPMA colocou ainda em risco muito elevado cerca de uma centena de concelhos do interior centro e norte e da região sul e em risco elevado outros tantos municípios do interior norte e centro do país, alguns do litoral centro e toda a região do Alentejo, num dia em que se prevê vento por vezes forte nas terras altas.

De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a Autoridade Nacional de Emergência de Proteção Civil prevê a manutenção de condições meteorológicas propícias ao risco de incêndio, motivados pelos valores baixos de humidade relativa e da intensidade do vento, sendo de destacar.

Assim, até 5 de agosto, há previsão de vento moderado (20-40km/h), de NW temporariamente durante o período da tarde, com rajadas (até 40km/h) em particular no litoral oeste e terras altas. A humidade relativa do ar (HRA) no interior do país (<20 a 30%), com fraca recuperação noturna na faixa do interior Norte e Centro e no sotavento algarvio.

Prevê-se que os índices de risco de incêndio se mantenham muito elevados até dia 5 de agosto, em especial nas regiões do interior e do Algarve, com agravamento previsto para domingo (03 Agosto) em Trás-os-Montes.

Em função da previsão das condições meteorológicas a Proteção Civil considera a manutenção dos índices muito elevados de risco de incêndio, nas regiões do interior e do Algarve, e com possibilidade de agravamento para Trás-os-Montes.

A Autoridade Nacional de Emergência de Proteção e Civil recorda que para os locais onde o índice de risco temporal de incêndio seja MUITO ELEVADO ou MÁXIMO, não é permitido:

• A queima de matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração, está sujeita a autorização da autarquia local, devendo esta definir o acompanhamento necessário para a sua concretização, tendo em conta o risco do período e zona em causa;

• O uso de fogareiros e grelhadores em todo o espaço rural, exceto se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito;

• O lançamento de balões com mecha acesa e de foguetes. O uso de fogo-de-artifício só é permitido com autorização da Câmara Municipal;

• Fumigar ou desinfetar apiários exceto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil recomenda ainda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural, nomeadamente através da adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, na utilização do fogo em espaços rurais, observando as restrições em vigor e tomando especial atenção à evolução do perigo de incêndio para os próximos dias, disponível junto dos sítios da internet da ANEPC e do IPMA, junto dos Gabinetes Técnicos Florestais das Câmaras Municipais e dos Corpos de Bombeiros.

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