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Falta água quente há 7 meses no Hospital – Acabaram os canalizadores em Santarém?

Em Opinião

O hospital distrital de Santarém está sem água quente na Urgência há pelo menos 7 meses. Os profissionais de saúde andam num vaivém de cafeteiras eléctricas. Será que li bem? Desculpem, mas não estou a perceber… Uma avaria, sim, pode acontecer a qualquer um, a qualquer empresa privada, a qualquer organismo do Estado. Faltar água (quente ou fria),, um apagão na electricidade, longe vá o agoiro… tudo pode acontecer. Mas, não está uma unidade hospitalar preparada para repor o funcionamento normal em minutos ou horas?

Ah! Estas notícias, estes jornalistas, sempre alarmistas. Faltar água quente não é o mesmo que faltar água. Certo. Médicos, enfermeiros, auxiliares, doentes, visitas… todos podem lavar as mãos, proteger-se das infeções hospitalares como recomendam as boas práticas. Mas o que quer dizer quando a administração diz que os doentes não deixam de fazer a higiene? E que não são prejudicados? A reparação da avaria – qual avaria, já agora? – está agendada, mas não se indica a data? É preciso vir algum guru mundial da canalização para solucionar um problema tão insignificante em pleno inverno?

A administração diz que o hospital é uma estrutura antiga (mais antiga é a Igreja da Graça, por exemplo, e não consta que falte água quente!) e explica que a reparação está dependente das “condições climatéricas”. Tendo em conta que o problema surgiu em abril, fica a dúvida: a administração esteve à espera do calor e do tempo seco ou do inverno e da chuva? Não estou mesmo a perceber. Isto é mesmo a sério?

Ana Santana

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