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Torres Novas, Tomar e Alcanena – Orquestra Metropolitana de Lisboa e Marta Menezes celebram 250 anos do nascimento de Beethoven

Em Ribatejo Cool

 A Orquestra Metropolitana de Lisboa e a pianista Marta Menezes celebram 250 anos do nascimento de Beethoven com dois concertos. A digressão da Orquestra Metropolitana de Lisboa e de Marta Menzes vai passar já no sábado, 8 de fevereiro, pelo Cineteatro Virgínia em Torres Novas, no domingo vaio estar em Lisboa, e no dia 1 de março em Tomar e a 23 de maio em Alcanena.

As celebrações desta efeméride estendem-se a diversos países, dada a grandiosidade e importância deste compositor na história da música. 

Como pianista, e como grande admiradora de Beethoven, Marta Menezes criou um projeto “5 Encores para Beethoven” para esta ocasião.

Esta iniciativa, que pretende estabelecer uma ponte com o momento presente e com a música quotidiana, celebra a música com a criação de nova música, divulgando o trabalho de compositores portugueses, e ao mesmo tempo, partilhando a obra do grande Mestre. “5 Encores para Beethoven” são 5 novas composições para piano escritas para esta ocasião, pelos compositores Nuno da Rocha, Tiago Cabrita, Luís Soldado, Gonçalo Gato e Tiago Derriça.

Cada uma destas obras será interpretada como um “encore” a cada um dos 5 Concertos para Piano e Orquestra de Beethoven, nos concertos que serão apresentados ao longo do ano de 2020, em várias cidades. 

O primeiro destes concertos, teve lugar em Viana do Castelo, a 17 de janeiro, no Teatro Municipal Sá de Miranda, com a Orquestra ARTEAM e o maestro Diogo Costa. A obra a estrear foi “What’s the hurry?” de Luís Soldado.

Sábado, dia 08 de fevereiro, o Teatro Virgínia, em Torres Novas, recebe o segundo concerto deste projeto, com a participação da Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob direção de Pedro Amaral.

No domingo, o Teatro Thalia, em Lisboa, acolhe mais um concerto. Tomar, Idanha-a-Nova e Alcanena vão acolher os concertos que se seguem.

Marta Menezes, vencedora do Concurso Beethoven no Royal College of Music em Londres e premiada nos Estados Unidos pelo seu CD com obras de Beethoven e Lopes-Graça, apresenta-se regularmente em recital, tendo actuado em diversos países da Europa, nos Estados Unidos, em Cabo Verde e na China.

Recebeu em 2014 a “Medalha de Prata de Valor e Distinção” pelo seu percurso enquanto pianista, atribuída pelo Instituto Politécnico de Lisboa. Tem desenvolvido vários projetos dedicados à música portuguesa, tendo o mais recente sido a série de recitais que realizou de homenagem a Vianna da Motta, em 2018/2019.

A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) mantém uma programação regular desde 1992. Os seus músicos asseguram uma intensa atividade que se distingue pela qualidade e pela versatilidade, o que permite abordar repertórios diversos, criar novos públicos e afirmar o caráter inovador do projeto AMEC | Metropolitana, do qual esta orquestra é a face mais visível. Desde o seu início, a OML afirmou-se como uma referência incontornável do panorama orquestral nacional.

A OML gravou mais de uma dezena de álbuns – um dos quais disco de platina – para diferentes editoras. A Direção Artística da Orquestra Metropolitana de Lisboa é, desde 2013, assegurada por Pedro Amaral que, desde 2018, acumula as funções de Maestro Titular.  

Sobre os compositores:

Nuno da Rocha é doutorando em Composição na Royal Academy of Music (Londres, UK) sob orientação de Rubens Askenar e David Sawer. Do seu trabalho recente, destaca-se o lançamento do disco “O que será do rio” com a orquestra barroca Divino Sospiro e Massimo Mazzeo. Em janeiro de 2020, estreia a sua peça “INFERNO” para coro, orquestra e multi-instrumentista, na Fundação Calouste Gulbenkian.Tiago Cabrita diplomou-se na Escola Superior de Música e o seu percurso tem merecido destaque no domínio da composição de ópera, nomeadamente “O Jardim”, “A Vida Inteira” e o “Deus do Vulcão”. A sua música tem sido tocada pela Orquestra Gulbenkian, Sinfónica Portuguesa, Sinfonietta de Lisboa, Sinfónica Juvenil, entre outras. Projetos a breve prazo incluem a composição de uma nova ópera e música vocal.Luís Soldado é Investigador no Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical, da Universidade Nova de Lisboa, onde desenvolve projetos relacionados com a ópera contemporânea e suas novas formas de comunicação, como bolseiro de Pós-doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Das suas obras mais recentes, destacam-se a ópera de câmara “Tabacaria” (2017), um conjunto de sete mini-óperas televisivas, inseridas na terceira temporada de Super Diva – Ópera para Todos (2018) e a ópera comunitária imersiva “É Possível Resistir” (2019).Gonçalo Gato tem trabalhado com importantes orquestras, como a London Symphony Orchestra, a BBC Symphony Orchestra e a Orquestra Sinfónica do Porto, mas também com importantes agrupamentos, tais como o ensemble recherche (Alemanha), Remix Ensemble (PT), Chroma Ensemble (UK) e Sond’Ar-te Electric Ensemble (PT). Foi o compositor em residência na Casa da Música em 2018, escrevendo para os agrupamentos residentes. Gonçalo investiga aquele que foi o tema do seu doutoramento na Guildhall School of Music and Drama: a utilização de algoritmos computacionais na composição. Apresentou e publicou resultados de investigação no Institut de Recherche et Coordination Acoustique/Musique, Paris.Tiago Derriça, diplomado em composição pela Escola Superior de Música de Lisboa e Universidade de Évora, é professor na Academia de Amadores de Música e Academia Musical dos Amigos das Crianças. Tem dedicado grande parte da sua produção à música de câmara, tendo a sua obra vindo a ser também interpretada por várias orquestras e coros, em Portugal e no estrangeiro. 

Para mais informações:marta@martamenezes.com@martamenezes.pianistwww.martamenezes.com  

AGENDA

8 Fevereiro: Torres Novas

9 Fevereiro: Lisboa

1 Março: Tomar

28 Março: Idanha-a-Nova

23 Maio: Alcanena

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