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Primeiro-ministro inaugurou bloco operatório e nova maternidade do Hospital de Santarém

Em Saúde

O primeiro-ministro, António Costa, e a ministra da Saúde, Marta Temido, inauguraram hoje, no hospital de Santarém, a requalificação do Bloco Operatório Central e Bloco de Partos.

A intervenção nas duas unidades representou um investimento de cerca de 6,5 milhões de euros, dos quais 4,1 milhões em obras e 2,4 milhões em equipamentos.

Este investimento irá permitir reforçar a capacidade de resposta do Hospital de Santarém e termos de intervenções cirúrgicas e do número de partos.

*Presente na cerimónia, Ricardo Gonçalves, presidente da Câmara Municipal de Santarém, lamentou o tempo de demora das obras de requalificação dos dois equipamentos, considerando tratar-se duma necessidade urgente para a Região, há cerca de sete anos, e com um custo de apenas 6,5 milhões de euros do Orçamento de Estado.

Alertou, assim, para a necessidade de maior eficiência e maior celeridade por parte do Estado em obras desta natureza. O presidente da Câmara aproveitou para felicitar as equipas que trabalham nos dois blocos, médicos, enfermeiros e auxiliares, que sempre deram o seu melhor e que agora vão poder desenvolver o seu trabalho em melhores condições.

Serviço Nacional de Saúde pagou 550 milhões de euros de dívidas em 2019

O primeiro-ministro, António Costa, disse que o Estado reduziu, em 2019, a divida do Serviço Nacional de Saúde em 550 milhões milhões de euros e que até ao próximo mês serão saldados mais 200 milhões.

Em Santarém, onde hoje inaugurou a requalificação do Bloco Operatório Central e do Bloco de Partos do Hospital, o líder do Governo anunciou que “até ao final deste mês, princípio do próximo, serão pagos mais 200 milhões de euros de pagamentos em atraso”.

“Entrámos este ano com a menor dimensão de pagamentos em atraso”, afirmou o primeiro-ministro, sublinhando que o Estado conseguiu pagar “até ao final do ano 550 milhões de euros” de dívida do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A redução da dívida e “o maior reforço de sempre de dotação no Orçamento do Estado (OE)” aprovado na quinta-feira, permitem ao SNS arrancar com “condições” como há muito não existiam, disse António Costa, acrescentando que “o fundamental agora é transformar esses 941 ME [de dotação] em qualidade do serviço prestado” aos utentes.

Ou seja, criar “melhores condições para atrair e motivar os profissionais, melhores condições de instalações, melhores condições de equipamentos, exemplificou.

O objetivo do Governo é ainda criar “condições de internalizar no SNS muito do dinheiro” que o Estado está a gastar através da contratualização de serviços no setor privado.

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