RE/MAX negociou 2.237 imóveis no distrito de Santarém em 2019

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A RE/MAX, maior imobiliária a operar em Portugal, encerrou o ano de 2019 com um volume de preços na ordem dos 5,20 mil milhões de euros, relativos às cerca de 68.000 transações, 78,6% das quais de compra e venda de imóveis. Relativamente ao número de transações RE/MAX negociadas por distrito o ano passado, Santarém aparece na 7.ª posição num top 10, com um total de 2.237 imóveis transacionados.

A RE/MAX culmina assim o ano com um crescimento de 9% no volume total de transações e de 19% em volume de preços. A confirmar o bom momento que a economia nacional atravessa e resultado de um maior acesso ao crédito, continuam a ser os portugueses quem mais adquire ou arrenda a casa, representando 81,3% das transações da RE/MAX.
Em 2019 acentuou-se o investimento do cliente estrangeiro em cerca de três pontos percentuais (p.p.), com destaque para os brasileiros que, pelo terceiro ano consecutivo, são quem mais negoceia imobiliário com a mediadora, representando já 6,2% do total de transações. Destaque ainda para os clientes angolanos que surgem no top 5 das nacionalidades estrangeiras que mais imóveis negociaram com a RE/MAX em 2019.
A RE/MAX reforçou a sua presença dominante no mercado em 2019, ampliando as suas quotas de 20 a 30% em distritos historicamente importantes como o de Lisboa, mas também em toda a região norte do país.
“O crescimento consistente dos nossos resultados tem a ver com duas variáveis: a primeira relacionada com os nossos fortes investimentos no aumento da capilaridade e na formação constante das equipas; e a segunda, consequência da primeira, é a confiança dos consumidores, que, além de reconhecerem a melhor oferta, procuram um serviço altamente especializado para garantir conforto e confiança numa operação que, em alguns casos, representa um investimento para toda a vida”, refere Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX, que sublinha ainda “A nossa quota de mercado deverá ainda crescer, apesar da liderança no mercado. Percebemos que existiam 125 concelhos no país onde a RE/MAX não estava praticamente presente e direcionámos a nossa aposta nesse sentido, o que naturalmente implicará um maior crescimento. Falamos de zonas populacionais mais pequenas, onde a atividade de mediação imobiliária terá certamente êxito, mas que necessitam de profissionais que as conheçam bem. Esse é o nosso foco a curto prazo, o de estar presente de forma uniformizada ao longo de todo o país.”
Outro dos destaques de 2019 é o crescimento de 9% no número de profissionais RE/MAX em atividade, passando de 9.691, em 2018, para os 10.519 no ano passado. Ao nível do número de agências na rede, os números também mostram um incremento na ordem dos 9%, resultado das 340 agências, em 2019, face às 312, em 2018.


Lisboa e Porto lideram mais de metade do volume de transações


Relativamente ao número de transações RE/MAX negociadas por distrito o ano passado, Lisboa lidera o top 10 com um total de 30.681 transações, o que corresponde 45,2%. Seguem-se os distritos do Porto (13,2%), Setúbal (9,7%), Faro (5,4%), Braga (5,2%), Leiria (3,5%), Santarém (3,3%), Coimbra (3,1%), Aveiro (2,9%) e Évora (1,3%) – no total, os 10 distritos portugueses que representam 92,8 % dos imóveis transacionados pela rede em 2019. De salientar ainda as Ilhas, 11ª posição dos Açores e a 14ª da Madeira, com um número de transações de 888 (1,3%) e de 517 (0,8%), respetivamente.
Na análise a 2019, os dados RE/MAX mostram ainda que, mantendo a tendência dos últimos anos, os dois tipos de imóvel preferidos por clientes em território nacional continuam a ser os apartamentos e as moradias, representando 62,6% e 20,5% do total de transações, respetivamente. Nos apartamentos o destaque vai para as tipologias T2, T3 e T1, por esta ordem de preferência.


Quatro em cada dez transações em Portugal com intervenção RE/MAX em 2023


As previsões da RE/MAX para 2020 passam por manter o crescimento nos dois dígitos, sustentado no que tem obtido nos últimos anos e que confirmam a posição de liderança no mercado mobiliário português. Outro objetivo, mas a médio prazo, assenta que no arranque de 2023 quatro em cada dez transações imobiliárias que se realizem no país tenham a intervenção da rede RE/MAX.
O crescimento em termos de recursos humanos, que ajuda a posicionar a RE/MAX no setor, assim com a expansão da marca nos mercados do interior do país, onde não existe mediação ou esta não é avançada, são também objetivos traçados para este ano.

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