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Município de Azambuja quer encerrar aterro junto à vila

Em Região

A Câmara Municipal de Azambuja vem dar conta da última ação desenvolvida, tendo em vista o encerramento do aterro em atividade junto à vila de Azambuja.

“Antes de mais, e perante os evidentes prejuízos causados por essa atividade à qualidade de vida de quem habita e trabalha no nosso concelho”, a Câmara reafirma a sua “total solidariedade com a população na intenção de fechar o aterro”.

“Honrando o compromisso assumido na reunião extraordinária do Executivo Municipal do passado dia 05 de fevereiro, de desenvolver todos os esforços para atingir aquele objetivo”, a Câmara afirma estar agora a analisar o caso pela via jurídica.

Após contactos informais, foi entregue, nesta terça-feira 18 de fevereiro, a um gabinete de advogados com especialização na área do ambiente e resíduos, toda a documentação relativa ao aterro da empresa Triaza.

Segundo a Câmara, “esses documentos serão, agora, estudados em detalhe, procurando-se argumentos jurídicos que possam fundamentar toda a nossa contestação e que permitam alcançar o objetivo de encerramento do aterro. Se essa solução não for possível, a Câmara vai lutar para “que não seja revalidada a licença ambiental (atribuída até maio de 2021) e, desta forma, sem licença para continuar a atividade, levar ao seu encerramento”.

Em comunicado, o Município de Azambuja divulga este novo passo, e salienta que irá continuar a divulgar todas as iniciativas tomadas, cumprindo a promessa de manter a população informada dos desenvolvimentos neste processo.

“O Executivo Municipal de Azambuja, em sintonia nesta matéria, tudo fará para defender o interesse coletivo e o bem comum de todo o Concelho de Azambuja”, conclui o comunicado.

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