Vídeo – Resitejo experimenta recolha seletiva porta-a-porta com sucesso na Chamusca

Em Sociedade

Está a ser um sucesso o projeto-piloto de recolha seletiva porta-a-porta de embalagens em fogos domésticos, iniciado na Chamusa, com estreita articulação com o Município, afirma em entrevista ao Mais Ribatejo o administrador da Resitejo, Diamantino Duarte.

Em entrevista ao Mais Ribatejo, Diamantino Duarte, administrador da Resitejo, salienta que são muito positivos os resultados da recolha seletiva porta-a-porta de embalagens em fogos domésticos.

“Os primeiros dados permitem verificar que este tipo de recolha permite triplicar a quantidade de embalagens recolhidas através da recolha seletiva”, afirma Dimantino Duarte, salientando que o projeto deverá estender-se fasedamente, em 18 meses, aos 10 municípios abrangidos pelo sistema da Resitejo.

A Resitejo processa anualmente cerca de 150 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos e cerca de 10 mil toneladas de embalagens em recolha seletiva, nos 10 concelhos do sistema. Com um orçamento anual de 11,5 milhões de euros e 278 trabalhadores, a Resitejo abrange os conceljos de concelhos: Alcanena, Chamusca, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Golegã, Santarém, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, com uma população de 209.587 habitantes (Censos, 2011) .

A RESITEJO – Associação de Gestão e Tratamento dos Lixos do Médio Tejo, foi constituída em 1996 e em 1999, a RESITEJO inaugurou as primeiras infraestruturas: um aterro sanitário, sete unidades de transferência e sete ecocentros, que permitiram selar as 16 lixeiras municipais existentes na região.

Em 2000, foram distribuídos pelos dez municípios os primeiros contentores para a recolha seletiva das embalagens de papel/cartão, embalagens de vidro e pilhas. Com a entrada em funcionamento da Estação de Triagem (dezembro de 2004), foram distribuídos os primeiros contentores para a separação das embalagens de plástico e metal e completando assim o ecoponto (conjunto de três contentores para recolha seletiva de embalagens de papel/cartão, vidro, plástico e metal).

Em 2013, foi inaugurada a unidade de tratamento mecânico e biológico, e assim todos os resíduos que até à data eram depositados em aterro, passaram a ser processados nesta unidade. Assim 90% dos resíduos produzidos passaram a ser encaminhados para valorização.

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