Comissão de Utentes reuniu com a administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo

Em Saúde

Na primeira reunião com o reconduzido Conselho de Administração do CHMT – Centro Hospitalar do Médio Tejo, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo ficou com a informação de que o grande objectivo para os próximos 3 anos é o reforço da idoneidade formativa no maior número de especialidades com vista ao aumento de número de médicos especialistas no CHMT.

Nesta reunião, a Comissão de Utentes ficou a saber que em relação ao anterior Conselho de Administração, verificou-se a substituição da directora Clínica, Dr.ª Cristina Gonçalves pela Dr.ª Ana Vilalobos. A Comissão de Utentes aproveitou a oportunidade para valorizar o trabalho realizado nos últimos seis anos e desejar o maior empenho e êxitos nas funções da nova directora Clínica, que até aqui desempenhou as funções de chefia do Serviço de Nefrologia.

Sobre os serviços de urgência

A Comissão de Utentes defendeu neste encontro como necessária a eficiência e humanização das urgências com a alteração legal de atribuição “urgência médico-cirúrgica” ao CHMT, para que a administração possa distribuir o esforço de urgência pelos três hospitais. Porém, a administração salienta que para atingir este objectivo está dependente da existência de mais recursos humanos.

Quanto ao problema Urgência de Abrantes, a Comissão de utentes verifica que as obras vão sendo sucessivamente adiadas, pretensamente por problemas burocráticos e decisão política, pois o processo encontra-se parado no Ministério das Finanças.

Sobre a ressonância magnética/imagilogia

Tem sido uma reivindicação da Comissão de Utentes a aquisição tão breve quanto possível de um equipamento de RESSONÂNCIA MAGNÉTICA para o CHMT. Urgente, atendendo aos problemas que os utentes têm para se deslocar a Coimbra ou Leiria para fazerem RM.

Segundo informaram a Comissão de Utentes, este assunto está nas mãos do secretário de Estado da Saúde para decisão. A Comissão de Utentes considera que também é importante que se programe a instalação de TAC na Unidade de Torres Novas, a única que não tem tal equipamento.

Por falta de recursos humanos, principalmente de médicos, continua a haver problemas em algumas especialidades como cardiologia, fisioterapia,entre outros.

Neste encontro foi salientada a importância de aproveitar toda a capacidade do bloco cirúrgico do Hospital de Torres Novas; a necessidade de uma Unidade de Dor e o reforço dos Cuidados Paliativos; o funcionamento dos transportes inter-hospitalares; a articulação com os cuidados de saúde primários/ACES.

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