COVID-19 – Diocese cancela Peregrinação a Fátima e dá instruções para serem cumpridas nas paróquias

Em Sociedade

A Peregrinação que a diocese de Leiria-Fátima tinha previsto para o próximo dia 29 deste mês foi hoje cancelada pelo bispo D. António Marto. Em nota que está a ser amplamente difundida e às semelhança de outros eventos que estavam previsto ou pouco por todas as dioceses, o Cardeal explica que “a emergência sanitária do Coronavírus está a pôr à prova, duramente, numerosos países perante uma epidemia inesperada e de tão rápido contágio, que já foi declarada pandemia pela Organização Mundial da Saúde”. Por essa razão, é exigível que se alterem “os nossos hábitos, e porventura o estilo de vida, em virtude do apelo à responsabilidade que está a limitar algumas das nossas atividades quotidianas e das nossas relações”.

A mesma nota apresenta alternativas para a vivência deste dia nas comunidades paroquiais e, de preferência, em pequenos grupos e ao ar livre. “Recomendo aos fiéis que vivam esse dia em “espírito de peregrinação” e que, sem prejuízo das recomendações das autoridades de saúde no que se refere aos cuidados para evitar contágios, tomem iniciativas de alguma atividade piedosa, além da participação na Eucaristia da comunidade, por exemplo, a oração em família, de preferência o rosário, ou a “caminhada com santa Jacinta Marto” da própria casa até à igreja mais próxima ou outro lugar, com o texto publicado no guião da peregrinação, que se pode encontrar no site da Diocese”.

Para além do cancelamento da peregrinação, foi publicado um documento que apresenta algumas orientações a serem obrigatoriamente observadas nas paróquias. Aí, os diocesanos são informados de que “apresentando sintomas que façam suspeitar de infeção, mesmo que não comprovada, não devem participar nas celebrações litúrgicas e outras actividades”.

Para as celebrações, são explicitadas algumas instruções já divulgadas anteriormente. E aos sacerdotes é pedido que “na sua condição de pastores, devem proceder à aplicação destas normas de forma assertiva, mas sempre com uma atitude pedagógica e pastoral”, acrescentando que devem “divulgar estas instruções tanto nas ocasiões informais como formais e adotarem, eles próprios, um comportamento que evidencie uma adesão convicta a estas práticas”.

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