Município de Torres Novas aprova voto de pesar pela morte de Pedro Barroso

Em Região

A Câmara Municipal de Torres Novas aprovou, por unanimidade, um voto de pesar pelo falecimento do músico, autor e compositor Pedro Barroso ao qual se associa também a Assembleia Municipal, através do seu presidente.

“Neste momento de dor, endereça as mais sentidas condolências a todos os familiares e amigos da mítica voz da música portuguesa, o último «trovador» português”, lê-se no voto de pesar.

De recordar que em dezembro de 2019 Pedro Barroso deu o seu último concerto celebrando 50 anos de «música e palavras» no Teatro Virgínia, em Torres Novas.

Em janeiro de 2020 foi aprovada por unanimidade pelo executivo municipal a atribuição da Medalha de Honra do Município de Torres Novas a Pedro Barroso pela sua carreira e projeção nacional e internacional.

António Pedro da Silva Chora Barroso, nasceu em Lisboa, a 28 de novembro de 1950. Concluiu a sua licenciatura em Educação Física (INEF, 73) e foi professor efetivo no ensino secundário durante 23 anos.

Colabora ativamente, após o 25 de Abril, em inúmeras atuações em todo o país e junto das comunidades emigrantes e compôs grandes êxitos que o país aprendeu.

Cantou em praticamente todas as grandes salas portuguesas (Coliseu, Aula Magna, Fórum Lisboa, Rivoli, Pavilhão Atlântico…), bem como em todo o país e, ainda, na Alemanha, Bélgica, Brasil, Canadá, Espanha, EUA, França, Holanda, Hungria, Luxemburgo, China, Suíça e Suécia.

Recebeu alguns prémios nacionais e estrangeiros, destacando-se, entre outros, o prémio para a melhor canção (“Menina dos olhos d’água”, prémio Eles e Elas, 1986), melhor disco de 87 (Prémio Diretíssimo), diploma de mérito da Secretaria de Estado do Ambiente pelos serviços prestados à causa do Ambiente (Ano Europeu do Ambiente 88), Troféu Lusopress para o melhor compositor português (Paris 93) e menção de Mérito Cultural do Município de Newark em 2003. Foi ainda distinguido com a chave da cidade de Danbury (USA).

Considerado como um dos últimos trovadores de uma geração de coragem que ajudou pela canção a conquistar as liberdades democráticas para Portugal.

A par com uma fecunda discografia como autor e compositor (cerca de 30 discos editados, entre Ep’s, singles, LP’s, CD’s, antologias várias e discos coletivos), tem publicado também poesia (“Cantos falados” Ed. Ulmeiro, 1996; “das Mulheres e do Mundo” Ed. Mirante, 2003) e ficção, lançando em 2005 o seu livro “A história maravilhosa do País bimbo”.

PROTOCOLO PARA DESENVOLVIMENTO DO JUDO NA RIBEIRA GRANDE

Foi aprovada na reunião camarária de 16 de março a proposta de protocolo de cooperação a celebrar, no âmbito da geminação existente, entre o Município de Torres Novas-Portugal, o Município de Ribeira Grande-Cabo Verde, a Associação Escola de Judo do Distrito de Santarém e a Associação Regional de Judo de Santo Antão, tendo como objeto ações com a finalidade aproximar a AJDS, a ARJSA e os municípios de Torres Novas e da Ribeira Grande, possibilitando a melhoria da qualidade do judo e desenvolvimento da modalidade e simultaneamente reforçar parcerias institucionais e outros tipos de intercâmbio de interesse mútuo.

Resulta para o Município de Torres Novas a obrigação de criar condições para a deslocação de dois monitores indicados pela AJDS à Ribeira Grande-Santo Antão, três vezes por ano, para lecionarem cursos de formação aos atletas, árbitros e dirigentes de Judo, cujo valor, de acordo com os preços praticados no mercado, se estima em 8.500,00 euros.

ESTACIONAMENTO NA PRAÇA SUPERIOR DO ALMONDA PARQUE

Em reunião de Câmara foi, ontem, dia 17 de março, aprovada uma proposta para utilização de parte da praça superior do Almonda Parque para a criação de 43 +2 lugares de estacionamento, na sequência dos trabalhos de intervenção na Central do Caldeirão, a realizar no âmbito do PEDU e que implicam o encerramento da rua do Caldeirão por um período de 1 ano e a consequente supressão dos lugares de estacionamento ali implementados, gerando constrangimentos na normal organização de parqueamento disponível.

Estima-se que a ocupação média do Almonda Parque seja de 85%, acontecendo em vários períodos uma ocupação total do parque, que demonstra existir um défice da oferta em relação à procura.

A proposta agora aprovada visa ainda evitar uma dispersão descontrolada de estacionamento ilegal naquela zona.

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