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Inscrições abertas até 20 de maio – Politécnicos de Tomar, Castelo Branco, Guarda e Portalegre promovem CityHack 2020

Em Educação

Os Institutos Politécnicos de Tomar, Castelo Branco, Guarda e Portalegre com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian anunciam a 4ª edição totalmente à distância do Projeto CityHack – Isto é Transição Digital para o Bem.

Evento Online

O CityHack é um evento sob a forma de uma maratona tecnológica que decorre nos dias 30 e 31 de maio, com a duração de 24 horas, e que visa o desenvolvimento de soluções tecnológicas para as cidades e a melhoria da qualidade de vida.

A edição de 2020 é dedicada ao tema da Transição Digital para o Bem que pretende contribuir com ideias e soluções inovadoras e disruptivas que contribuam de forma decisiva para apoiar os diversos atores da nossa sociedade a dar os passos essenciais no processo da transição digital.

O CityHack para além de incentivar os participantes a apresentar soluções tecnológicas para a melhoria da qualidade de vida nas cidades, reconhecendo, valorizando e retendo talentos, tem, ainda, como objetivo criar condições para a concretização das ideias geradas.

O evento superiormente apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do projeto Hack for Good inserido no programa Gulbenkian de Coesão e Integração Social, marca este ano a diferença por promover um desafio inovador, sob a forma de maratona de 24 horas totalmente à distância, e realizado em simultâneo pelos Institutos Politécnicos de Tomar, Castelo-Branco, Guarda e Portalegre. Nesta edição contamos ainda com a presença de uma das melhores plataformas de inovação aberta, a Taikai.

Podem candidatar-se equipas de 3 a 5 elementos, que sejam alunos de Universidades e Institutos Politécnicos, em que pelo menos dois sejam oriundos de áreas tecnológicas. A equipa poderá incluir dois elementos que não frequentem o ensino superior.

As equipas vencedoras irão receber prémios monetários no valor de 8000€ bem como diversos prémios oferecidos por alguns dos patrocinadores desta edição. O primeiro prémio – Hack for Good – é de dois mil euros e é patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian. Cada um dos Institutos Politécnicos envolvidos irá atribuir prémios de 1000 e 500 Euros para segundos e terceiros lugares respetivamente.

Nas três edições anteriores estiveram presentes mais de 200 participantes, divididos em 50 equipas oriundas de mais de 20 instituições de ensino.

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