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Açores

Em Opinião

Um no saco, dois no papo. Esta é a política do governo regional dos Açores. Desta feita, os crânios governantes entenderam não pagar as despesas com o sequestro dos continentais, enquanto estiverem confinados a um hotel na ilha de São Miguel em virtude do vírus, ao invés, pagam o dos açorianos pelos mesmos motivos. O leitor dirá: eles são açorianos. Eu digo, uns e outros são portugueses, não sendo legal a discriminação. Bem vistas as coisas os continentais ao demandarem os Açores despendem recursos em alimentação, dormidas e transportes locais, por isso mesmo não consigo entender a abusiva e ofensiva discriminação.

Diz o povo e diz bem: «há mais marés do que marinheiros», ante esta evidência não pode considerar-se vingativa a ideia de passar à prática evitarem-se os Açores, entenda-se o aqui preconizado como real expressão do dito popular «quem não se sente não é filho de boa gente», sendo nós de um modo geral solidários temos estar indignados perante tão grande e tão gritante injustiça.

O Senhor António Costa em face dos tímidos protesto recorreu a Pôncio Pilatos, lavou as mãos, carregou no gesto da ablução e ao essencial disse nada. Percebe-se, ele não ia beliscar a façanha do camarada. A pandemia não pode servir de venda a esconder disparatadas opções bairristas esperando rápido esquecimento dos eleitores continentais, porque a maioria dos açorianos no caso presente adopta a letra da canção: malagueta no cu dos outros, é refresco para mim. Assim se expressou um antigo ministro socialista. Recordam-se?

Armando Fernandes

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