Assistente de Apoio ao Cancro desenvolvida pela dJomba já gerou mais de 90 mil conversas

Em Saúde
Anúncio televisivo do projeto

Lançada oficialmente no dia 6 de Abril, a AVA, o chatbot do projeto “Tenho Cancro. E depois?” gerou, só no ultimo mês, mais de 30 mil conversas, muitas relacionadas com o novo coronavírus.

No ar desde o início do ano, a AVA – Assistente Virtual de Apoio ao Cancro, um chatbot que usa a inteligência artificial para “informar e orientar todos os que de alguma forma se vêm confrontados” com a doença – já gerou cerca de 95 000 conversas (33 mil no último mês).

A AVA vem na continuidade do projeto editorial que, desde 2019, junta a SIC Notícias, a Novartis e a Médis, com a colaboração da Liga Portuguesa contra o Cancro e da Sociedade Portuguesa de Oncologia.

Se, numa primeira fase, o “Tenho Cancro. E depois?” visava quebrar o silêncio público sobre os impactos do cancro na vida dos doentes e dos seus familiares, a AVA leva o objetivo mais longe. Quem busca informação na plataforma recebe uma resposta personalizada, que o chatbot vai buscar a uma extensa base de dados de conteúdos editoriais validados por instituições parceiras: além da Liga Portuguesa contra o Cancro e da Sociedade Portuguesa de Oncologia, os IPO de Coimbra e do Porto, a Fundação Champalimaud e vários outros.

Para responder de forma não só assertiva mas também empática, a AVA tem uma personalidade própria, desenvolvida, como aliás toda a conceção criativa e a comunicação do projeto, pela dJomba.

Nas cerca de 95 mil conversas geradas pela plataforma desde o lançamento, o COVID-19 foi abordado em 29% dos casos. Outros 15% das conversas versaram sobre tratamentos, enquanto em 14% o tema foi o que é e como se manifesta o cancro.

Implementada em parceria com a Oracle, a AVA usa de forma inovadora uma tecnologia cada vez mais popular entre as marcas. Os chatbots permitem atender o público sem limite de horários, agilizando e facilitando o contacto. No caso da AVA, a resposta é também a uma necessidade emocional: aliviar o sentimento de desamparo e carência de orientação referido por muitos dos atingidos pelo cancro.

A privacidade e anonimato destes contactos também é fundamental, para que estes utilizadores possam colocar livremente questões que, de outra forma, poderiam sentir-se pouco à vontade em abordar.

Segundo Patrícia Teixeira, psicóloga responsável pelo treino do chatbot, “no desenvolvimento da AVA tivemos em conta que a informação acerca da doença e dos tratamentos tem um papel muito relevante na vivência da doença oncológica. Assim, procuramos que estes doentes, e seus familiares, encontrem na AVA um apoio permanente, onde possam abordar livremente temas sensíveis, aos quais tentamos responder de uma forma empática, simples e direta – sempre baseada em informação credível e atualizada. Desta forma, pretendemos que a AVA contribua para a redução da ansiedade e angústia que normalmente acompanham esta vivência.

Disponível, para já, no site “Tenho Cancro. E depois?” em https://sicnoticias.pt/tenho-cancro-e-depois, brevemente a AVA estará também no Facebook Messenger.

A dJomba é uma agência criativa com um forte domínio do digital e uma queda por ideias que mexem com as pessoas e geram resultados para clientes como o BNI Europa, o Grupo EGF, o Sporting Clube de Portugal e Grupo Impresa. A AVA e o projeto Tenho Cancro. E depois? são apenas duas dessas ideias.

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