fbpx

Marcelo Rebelo de Sousa inaugurou restaurante Algaz do Centro Social da Carregueira

Em Sociedade

 

O Presidente da República inaugurou hoje o restaurante “Algaz”, promovido pelo Centro de Bem Estar Social da Carregueira, no concelho da Chamusca, como forma de financiar a instituição.

O restaurante é gerido por Eduardo Jorge, cidadão tetraplégico, de 57 anos, que tem sido o principal rosto na luta pelos direitos dos tetraplégicos em Portugal. Uma luta que mereceu a atenção de Marcelo Rebelo de Sousa que o visitou há um ano, com a secretária de Estado da Inclusão de Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, na sua casa na aldeia de Concavada, Abrantes. Eduardo Jorge trabalha no Centro de Apoio Social da Carregueira que vai explorar o restaurante aberto esta semana.

“Este novo serviço pretende ser uma resposta que venha a contribuir para o equilíbrio financeiro da Instituição, que se encontra, como acontece com as suas congéneres por todo o País, numa situação de défice, agora agravado com a atual situação pandémica”, afirma a direção da IPSS.

Presidente da República diz nada ter a apontar ao Governo nesta fase

Nas declarações aos jornalistas, Marcelo Rebelo de Sousa reconheceu que o Governo liderado pelo socialista António Costa está, “como os outros”, a fazer “um exercício muito difícil”.

Marcelo Rebelo de Sousa disse não ter “nada a apontar” ao Governo, nesta fase, reconhecendo a dificuldade de tomar medidas antes de estar aprovada a decisão europeia que permitirá saber “o dinheiro com que se conta”.

“Isto é difícil porque é completamente diferente saber o dinheiro com que se conta e não se saber. Tem-se uma ideia da dimensão, mas pode ser mais ou menos. Portanto o Orçamento Suplementar vai ser apresentado e discutido muito possivelmente antes da decisão europeia. O plano de estabilização hoje aprovado em Conselho de Ministros avança antes do conhecimento da última decisão europeia”, realçou.

O chefe de Estado reconheceu que o Governo “não pode esperar muito mais”, sob o risco de não responder a situações urgentes, “porque as pessoas no dia-a-dia estão a ter problemas de emprego e a ter problemas de salário, e os empresários estão a ter problemas de arranque das suas empresas”.

“Têm de ser tomadas medidas arriscando, partindo do princípio de que vai haver uma certa dimensão no apoio e no financiamento europeu às economias dos países da União Europeia”, declarou.

Leave a Reply

Recentes de Sociedade

Ir para Início
%d bloggers like this: