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Bloco denuncia – Esgotos do bairro do Alfange escorrem para o rio Tejo sem tratamento

Em Região

O Bloco de Esquerda de Santarém visitou o bairro de Alfange, na sequência da denúncia feita no verão de 2018.

Em comunicado, o Bloco de esquerda de santarém afirma que “a situação permanece passados quase 2 anos, sem qualquer intervenção municipal, que ao bom estilo de outras matérias prefere o “passa culpas” em vez de resolver os problemas da população”.

O Bloco salienta que “é relevante recordar que a empresa municipal Águas de Santarém se comprometeu a resolver as descargas neste local até ao verão de 2019“.

O Bloco destaca ainda o facto de Alfange permanecer sem transporte público (inclusivamente a ausência do mobi sénior) e de ter recolha de lixo apenas uma vez por semana.

Recentemente foi aprovado um concurso público internacional para um plano de requalificação do Alfange, nomeadamente no Bairro Calouste Gulbenkian, “intervenção há muito reclamada pelos moradores a uma autarquia que é rápida a despejar mas lenta a requalificar”, afirma o BE.

Em Novembro de 2016 a comunicação social relatava que “o Plano de Acção Integrado para as Comunidades Desfavorecidas aprovado pela autarquia previa, a partir de 2017, obras de reabilitação do bairro de habitação social no valor de 500 mil euros. O mesmo plano perspectivava ainda uma intervenção no espaço público (nomeadamente na zona do recinto desportivo) no valor de 350 mil euros e a criação de uma Oficina Criativa, num investimento de 60 mil euros. Tudo projectos com financiamento da União Europeia” Até hoje nada foi feito.

E em Outubro de 2007, o Bloco recorda o projeto WaterfrontExpo, apresentado em Lisboa, um plano estratégico de intervenção na zona ribeirinha da cidade, com um investimento global próximo dos 100 milhões de euros que seria para concretizar em Alfange e Ribeira de Santarém num prazo de oito a dez anos, mas que até hoje apenas colocou um relvado no campo de Futebol da Ribeira…

“As casas propriedade da autarquia não são pintadas, existem problemas elétricos e de canalização evidentes por quem lá mora e por quem lá passa”, denuncia o Bloco, lamentando que “a autarquia continue a esquecer a sua zona ribeirinha que tanto potencial tem, mas vem em linha com a falta de rumo do executivo vigente”.

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