Estágios de Verão Ciência Viva: 300 jovens são cientistas durante um mês

Em Educação

A pandemia não faz parar o programa de estágios científicos de Verão para estudantes do Ensino Secundário e Profissional que a Ciência Viva organiza há já 24 anos.

A edição 2020 traz uma grande novidade: os alunos passarão mais tempo em contexto real de investigação, podendo estar até um mês em trabalho directo com os cientistas. Este ano existirá também uma componente de maior ajuda financeira às famílias, que pode ir até aos 400€, e que pretende minimizar os efeitos económicos da Covid-19.

No próximo dia 14 de julho, terça-feira,o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, e a presidente da Ciência Viva, Rosalia Vargas, visitarão cinco estágios a decorrer no CIIMAR – Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental e no i3S – Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, ambos no Porto, e nos quais participam nove estudantes.

Os alunos em estágio no CIIMAR vão estar envolvidos na observação e monitorização dos golfinhos da Foz do Douro e participarão em saídas de campo à zona entre marés em algumas praias de Matosinhos para investigação da biodiversidade marinha e dunar. Irão ainda aprender técnicas de avaliação da idade em peixes. Nos estágios a decorrer no i3S, um grupo de estudantes irá trabalhar com bactérias fluorescentes enquanto outro grupo será integrado em equipas de investigação do Vírus do Papiloma Humano.

Na edição deste ano dos Estágios de Verão Ciência Viva há 140 vagas em 18 instituições de todo o país, num total de 41 estágios que abrangem várias áreas do conhecimento. Até ao dia de hoje já estão inscritos quase 300 estudantes. Este programa representa uma excelente oportunidade de formação pessoal para os jovens, ao mesmo tempo que dá resposta a um período de férias escolares que oferece poucas possibilidades de contacto interpessoal.

Programa completo e inscrições em www.cienciaviva.pt.

Leave a Reply