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Alavancador

Em Opinião

Apesar dos desaires no convencimento de países irmãos (são mais que inimigos, são irmãos realça o provérbio) da União Europeia, no tocante ao nosso sistema de suster a pandemia, apesar das dificuldades no revigoramento da indústria turística, apesar da multiplicação de incidentes nos quais a polícia sofre trato de polé, porque intervém ou porque só aparece quando não faz falta, podemos orgulharmo-nos em ser português e ministro o novo Arquimedes à face do Planeta.

O Arquimedes de Siracusa onde quer que esteja afagará o ego por o português Pedro Nuno Santos procurar imitá-lo, daí ao torto e ao direito lembra alavanca. Ora, o grego cientista, matemático e engenheiro afirmou que se lhe dessem uma alavanca sustinha o Mundo. Ora, Pedro Nuno Santos alavancou desabridamente a reconversão da TAP em empresa estatal, logo de seguida fez o mesmo à EFACEC e esfrega as mãos e manda estudar o modo de alavancar pela esquerda a EDP. Se António Guterres recebeu do saudoso Vasco Pulido Valente o apodo de picareta falante, o ministro do Porche bem merece o de alavancador.

As nuvens negras sobre a nossa economia escondem-se atrás dos cirros asfixiantes das altas temperaturas, nós não devemos esquecer um ministro chamado Pedro Marques o mago da multiplicação dos comboios e rodovias, o homem conseguiu atingir o refúgio de Bruxelas, acerca das promessas que já as esqueceu, interessa-lhe renovar o mandato nem que tenha de recorrer a uma alavanca, o resto fica ao critério dos contribuintes portugueses.

Nos reservados dos restaurantes, os socialistas baixam as máscaras postiças, mantêm as naturais e, fazem aposta sobre se o Alavancador consegue o ambicionado ceptro socialista, porém vários deles receiam os desaire das privatizações, porque uma coisa é o bater de palmas de Catarina Martins, outra a verdade das contas.

O camarada António Costa continua atento, veja-se a rápida operação cirúrgica de secar o quisto Francisco Assis, de um golpe de bisturi reduziu à mínima expressão o vizinho de Pedro Nuno, (foi autarca em Amarante aos vinte e cinco anos), além de aumentar a influência de outro vizinho do homem da alavanca, José Luís Carneiro, de Paredes e secretário-geral. O primeiro-ministro dorme pouco, não pratica o ioga espanhol. A siesta!

Armando Fernandes

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