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Presidente da República lamenta morte de segundo militar da GNR vítima de colisão na A1 em Santarém

Em Sociedade

O Presidente da República lamentou hoje a morte da cabo Vânia Martins, o segundo militar da GNR vítima de uma colisão na A1 ocorrida há uma semana quando se encontrava em serviço no local na zona de Santarém.

“Ao tomar conhecimento do falecimento da cabo Vânia Martins, a segunda vítima do terrível acidente de viação da semana passada na A1, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que falou pessoalmente com a mãe da militar, dirige os mais sentidos pêsames à Guarda Nacional Republicana (GNR) e aos familiares e amigos”, lê-se na nota publicada no portal da Presidência da República na Internet.

A GNR comunicou a morte da cabo Vânia Martins, de 31 anos, natural de Proença-a-Nova, que ficou ferida com gravidade na colisão no dia 7 de julho, entre um automóvel e um carro-patrulha na A1, e estava internada em estado crítico no hospital de S. José em Lisboa.

O outro militar da GNR vítima desta colisão, Carlos Pereira,  de 28 anos, natural do Fundão,  morreu um dia depois, na quarta-feira.

Numa nota divulgada no portal da Presidência da República na Internet nesse dia, Marcelo Rebelo de Sousa disse ter recebido com “profunda consternação” a notícia da “confirmação da morte em serviço do militar da GNR guarda Carlos Pereira e do estado de saúde muito grave da cabo Vânia Martins, vítimas de abalroamento num brutal acidente rodoviário quando estavam numa operação de sinalização na A1”.

O chefe de Estado referiu que já tinha falado com os seus familiares mais próximos e deixou, a este propósito, “um forte apelo a todos os portugueses para que respeitem as regras” de segurança rodoviária, “com o máximo rigor e com a máxima consciência cívica”.

Ao todo, cinco pessoas ficaram feridas nessa colisão, que segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém ocorreu ao quilómetro 85 da autoestrada, no sentido norte-sul, entre o nó de Torres Vedras e área de serviço de Santarém, pelas 11:30, quando a GNR “estaria a sinalizar o local”.

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