Maternidade do Centro Hospitalar do Médio Tejo – Grávidas podem ter acompanhante

Em Saúde

Chama-se Francisco e foi o primeiro bebé a nascer na Maternidade do Centro Hospitalar do Médio Tejo, depois do regresso dos Serviços de Ginecologia, de Obstetrícia e da Unidade de Cuidados Neonatais(Maternidade) à Unidade Hospitalar de Abrantes. O Francisco, o primeiro filho de Vânia Faria e Rui Abreu, nasceu hoje, dia 25 de julho, às 9h56, com 3, 260Kg.

Com as obras de requalificação executadas durante os últimos meses, no piso que acolhe os Serviços  Ginecologia, de Obstetrícia e a Unidade de Cuidados Neonatais (Maternidade), na Unidade Hospitalar de Abrantes, estão reunidas as condições que permitem que os partos decorram com a presença de um acompanhante.

O acompanhante deve respeitar as normas de segurança, ou seja, não ter estado em contacto com pessoas infetadas por SarsCov-2 nos 14 dias anteriores à entrada na maternidade e não ter sintomas de infeção. Reunidas estas condições ser-lhe-á efetuada colheita para teste ao SarsCov-2.

Com resultado negativo ao teste, o acompanhante poderá permanecer no quarto junto da grávida até ao parto. Durante este período as saídas do quarto estão restringidas ao estritamente necessário. Ausentar-se implica a suspensão do direito de permanência. Quando a grávida for transferida para o internamento, depois do nascimento do bebé, o acompanhante terá que se retirar.

Recorde-se que desde o dia 23 de julho que os Serviços de Ginecologia, de Obstetrícia e a Unidade de Cuidados Neonatais regressaram à Unidade Hospitalar de Abrantes, ocupando todo o piso 5, e estando estabelecido um circuito próprio e estanque que reforça, ainda mais, as condições de segurança para utentes e profissionais de saúde face a esta nova realidade do Covid-19.

Como referido anteriormente as parturientes fazem o acesso à Maternidade pela entrada principal, no piso 3, e vão diretamente ao piso 5, onde fazem a sua inscrição e triagem. O Bloco Cirúrgico para parturientes confirmadamente “não covid19” é, também, no piso 5. Ou seja, no caso de ser necessária a realização de cesariana, esta acontecerá também no piso 5, cujo Bloco Operatório foi, igualmente, alvo de obras de requalificação.

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