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Deputado do Bloco de Esquerda questiona Câmara de Santarém sobre destruição das estruturas em betão nas rotundas

Em Região

O deputado municipal do Bloco de Esquerda Vítor Franco entregou na Assembleia Municipal de Santarém um requerimento a solicitar informações por escrito à Câmara Municipal sobre o problema das rotundas com estruturas em betão, onde se verificou um segundo acidente mortal no mês passado.

O deputado questiona a autarquia sobre as razões por que a Câmara Municipal de Santarém “não aplicou as Recomendações feitas pela Assembleia Municipal em 2016 sobre as Rotundas”.

O deputado municipal remete à Câmara o relatório da Comissão constituída na sequência da Petição pela “Destruição das estruturas de betão das rotundas”, criada após o orimeiro acidente mortal registado na rotunda do CNEMA, em 2016.

Recorde-se que a Comissão recomendou ao Município de Santarém a “necessidade de se proceder com brevidade à implementação de medidas mitigadoras numa primeira fase. Essas medidas passariam pelo reforço da sinalização, posicionamento das baias direcionais, substituição das telas reflectoras e pavimentação à aproximação da rotunda com coloração distinta”. Segundo o relatório, a Comissão recomendou ainda ao Município de Santarém “numa segunda fase elaboração de projecto de reconversão da rotunda, essencialmente ao nível da eliminação e remoção dos lancis em betão armado e restantes elementos rígidos, tratamento paisagístico da ilha de molde a permitir a invasão da zona central e implementação de boas práticas”. Por último, a Comissão recomendou ao Município de Santarém “numa terceira fase revisão do perfil longitudinal e transversal, bem como o acesso ao CNEMA”.

Passados quatro anos e meio, o deputado municipal refere que “os anos foram passando e os peticionários foram dando conta da sua insatisfação perante a ausência de medidas”.

Perante a situação de mais um acidente mortal verificado nesta rotunda, o deputyado do Bloco de Esquerda “solicita todas as informações e documentações que justifiquem porquê passados quatro anos e meio a situação continua por corrigir, as medidas em preparação e a respetiva calendarização”.

Vítor Franco recorda que a Câmara dispõe de 15 dias para responder à solicitação agora apresentada.

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