PCP defende: “Feira de Outubro faz falta ao concelho de Vila Franca de Xira”

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“Poderiam ter sido encontradas soluções que combinassem as necessárias
medidas de saúde pública e o fundamental viver económico, social e cultural, mas PS e PSD optam pelo mais fácil, desistir”, defende a Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira do Partido Comunista Português em comunicado.
“A maioria PS/PSD à frente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira tomou a decisão de, à semelhança do que fez com o Colete Encarnado, não realizar a centenária Feira de Outubro. Argumentando com as condicionantes decorrentes da epidemia de COVID-19, a maioria
PS/PSD, justifica-se com o facto de não se poder realizar uma Feira de Outubro. Não podendo ter tudo, opta por não ter nada”, afirma o o PCP de Vila Franca de Xira.
“O vírus Covid-19 já provou que veio para ficar e importa, por isso, aprender a viver com a sua presença, como fizemos em situações semelhantes ao longo da história. É, pois, determinante que – perante o vírus -, se garanta a segurança de todos sem abdicar de direitos e liberdades, da dinamização económica, social e cultural fundamentais à convivência humana”, adianta o comunicado.
O PCP considera que “o povo do concelho de Vila Franca de Xira, as nossas Instituições e Movimento Associativo, os nossos Micro, Pequenos e Médios Empresários, os nossos artesãos, a nossa Cultura precisa da Feira de Outubro, precisam que, em segurança, se retome, com redobrada força e vitalidade na sua dinamização, a vida social, económica e cultural do Concelho e do País”.
Para o PCP, “à Câmara Municipal, caberia o papel de, garantindo com responsabilidade as medidas necessárias, não de abdicar, mas antes de encontrar novas formas, forças e determinação para avançar. A maioria PS/PSD não é disso capaz”.
O PCP considera que “a decisão de não realizar da centenária Feira de Outubro em Vila Franca de Xira é um erro, pela oportunidade perdida de demonstrar que é possível desenvolver actividade, cumprindo todas as regras definidas e adaptando à nova realidade, e com isso criar confiança
e exemplo. Um erro, pelo que significa de rombo na actividade económica e na vida concreta de centenas de pessoas. Um erro, porque não defende a componente cultural e de tradição fundamental à nossa vida social”.

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