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Sete quilómetros de ciclovia ligam Batalha a Ourém

Em Região

Os municípios da Batalha, no distrito de Leiria, e de Ourém, no distrito de Santarém, vão criar uma ciclovia com cerca de sete quilómetros de extensão, num investimento conjunto superior a meio milhão de euros.

“Com o intuito de promoverem junto das populações práticas de mobilidade ativa ciclável com vantagens inequívocas para a Saúde, para a Economia e para o Ambiente”, os dois municípios procederam à submissão de uma candidatura conjunta no âmbito do “Portugal Ciclável 2030” e que visa a construção de uma ciclovia intermunicipal, anunciou hoje a Câmara da Batalha.

A referida infraestrutura, que apresenta um investimento conjunto superior a meio milhão de euros, vai interligar as localidades de São Mamede (Batalha) e de Fátima (Ourém).

Segundo a nota da Câmara da Batalha, este é um projeto intermunicipal que se enquadra “na disponibilização de soluções de mobilidade com zero emissões, em linha com as prioridades ambientais definidas pela União Europeia”.

“O Município da Batalha encontra-se fortemente empenhado quanto à concretização de projetos no domínio da mobilidade para todos e da sustentabilidade ambiental, atendendo ao compromisso estabelecido pela Europa quanto a ser o primeiro continente neutro em 2050”, acrescenta a mesma nota.

Neste sentido, o Município da Batalha informa que vai implementar, ainda em 2020, “diversos projetos, com destaque para a construção de um novo interface multimodal traduzido pela construção de uma paragem de autocarros, sistema de ‘bike sharing’ (partilha de bicicletas) e a instalação de diversos pontos de recarga de veículos elétricos, estando já três instalados no concelho”.

Os projetos ligados à mobilidade suave incluem ainda a construção, a extensão e a melhoria de ciclovias e de vias pedonais já existentes.

Para o presidente da Câmara da Batalha, Paulo Batista Santos, “as questões da neutralidade carbónica e a aposta na mobilidade zero emissões constituem alguns dos grandes desafios da sociedade que não se podem adiar, atendendo às alterações climáticas”.

“As gerações vindouras não nos perdoarão se não adotarmos e promovermos uma profunda mudança nos processos de mobilidade das populações”, acrescentou o autarca.

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