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Caiu a máscara ao PAN

Em Opinião

O inefável PAN. O partido fundamentalista dos animais e da natureza é uma colmeia totalitária onde o Sr. Silva exerce as funções de abelha-mestra, manifestando a eito tiques tão caros aos adeptos de regimes onde florescem os dogmas abstrusos de apoucamento da dignidade humana e a exaltação das alfaces, das lesmas e caracóis a par dos cães lulus e gatos siameses tratados a pão-de-ló, vintage fino e aspergidos com água-de-colónia para consolo das frequentadoras chiques das confeitarias lisboetas e portuenses. Ao invés, o PAN procura a todo o instante e momentos colocar o homem como escravo dos animais no propósito de triunfarem os entes irracionais protagonistas do célebre romance Animal Farme do celebrado Geoges Orwell.

Pois bem, o PAN no decurso das negociações com os socialistas visando a apresentação do Orçamento propõe uma taxa a incidir sobre as máscaras destinadas a proteger-nos do vírus da pandemia. A abstrusa proposta até mereceu o repúdio do borrifador de água benta governamental (Marques Mendes) que a considerou absurda. Além de absurda ofende todos os votantes em geral e aqueles que votaram no agrupamento sectário do referido Senhor Silva. Sim, é verdade, para nossa vergonha existem no nosso País mais de quatro mil e trezentas taxas, no entanto, no auge da epidemia, na altura de as autoridades sanitárias rogarem a novos e velhos, especialmente aos jovens, o uso de máscaras de forma a serem minimizadas os mortíferos efeitos da peste é preciso ser-se tão indiferente ao surto que já ceifou milhares de pessoas para os políticos do PAN riparem da cartola exundiosa proposta de tal calibre.

Os votantes responsáveis pela eleição dos deputados do PAN bem podem limpar as mãos à parede da ignomínia do desprezo dos cidadãos tal como na guerra civil na qual o célebre escritor lutou contra as sinistras tropas de Franco e desenvolveu desde logo perigosa oposição aos algozes estalinistas onde pontificavam Dolores Ibáurri e o camarada Manuel eufemismo de Santiago Carrilho. Ele e La Passionária revelaram-se obsessivos ortodoxos sanguinolentos, daí o corajoso combate do romancista, jornalista e ensaísta inglês a esses e outros estandartes da negação da democracia. Ao PAN caiu a máscara, os eleitores convém que não se esqueçam.

Armando Fernandes

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