Investimento de 850 mil euros – Servilusa inaugura crematório em Santarém

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A Servilusa e a Câmara Municipal de Santarém inauguram hoje, dia 2 de dezembro, o crematório de Santarém, um investimento de 850 mil euros que criou dois postos de trabalho diretos e tem previsão para 500 cremações no primeiro ano de operações.

O novo equipamento, que se torna o nono crematório da rede nacional da Servilusa, foi construído no cemitério dos Capuchos, em Santarém.

A nota de imprensa refere que “esta nova aposta da Servilusa na economia nacional e regional representa uma resposta para todo o Ribatejo, perto do hospital distrital e do centro de Portugal, sendo por isso também importante para a comunidade presente na região, que tem vindo a mostrar cada vez maior apetência pela cremação como opção de funeral”.

Segundo a Servilusa, “Portugal, que regista uma taxa média aproximada 20% de funerais com cremação, fica agora equipado com um total de 33 crematórios, 29 dos quais instalados no Continente – nove deles geridos pela Servilusa”.

Paulo Moniz Carreira destaca que «com este investimento a Servilusa dá continuidade ao seu plano de expansão na área da cremação, crescente em Portugal, cumprindo igualmente o seu desígnio histórico de contribuir para o desenvolvimento do setor e das comunidades onde opera».  O diretor geral de negócio da Servilusa acredita que «este compromisso vai ao encontro da maior procura que se tem verificado no mercado, com a cremação a assumir um peso crescente como opção nos funerais realizados em Portugal».

O novo crematório da Servilusa foi instalado num edifício com 420 metros quadrados, acrescido de um espaço de adicional de 960 metros quadrados, reservado para estacionamento e jardim. Possui uma entrada independente e uma zona técnica, permitindo que o acesso das funerárias e das urnas se faça por acesso distinto do público e famílias.

As principais valências de apoio ao serviço deste crematório, como já é hábito na rede da Servilusa, incluem a receção, sala de estar, cafetaria, capela ecuménica, sala de última despedida, sala de preparação de falecidos com câmaras frigorificas e jardim da memória/cendrário.

Segundo a nota da Servilusa, “a sala da última despedida, um elemento diferenciador, permite ao cliente acompanhar até ao último momento o seu familiar ou amigo, na medida em que torna possível visualizar a entrada da urna no forno, pela sala adjacente e através de uma janela em vidro (cuja cortina se fecha quando a cerimónia termina) ou a partir de um LCD, instalado na capela”.

“Enquanto operador habilitado com todas as competências necessárias para a atividade dos crematórios, desde a conceção e planeamento, à construção, operação e manutenção, os novos crematórios Servilusa beneficiam da qualidade e rigor comuns e provados noutros projetos já concluídos pela empresa, com características únicas e que diferenciam o serviço que a Empresa oferece e explicam a sua liderança no setor”, adianta a empresa.

Juntamente com os restantes crematórios sob sua gestão – Cascais, Elvas, Faro, Figueira da Foz, Leiria, Porto, Póvoa de Santa Iria e Rio de Mouro – esta inauguração na capital do Ribatejo reforça a liderança da Servilusa na gestão de crematórios, já com nove unidades em operação.

A Servilusa é a maior empresa funerária do país, detida a 100% pela empresa de serviços funerários Mémora, cujo capital é detido maioritariamente pelo Ontário Teachers´Pension Plan.

A Servilusa, que detém 70 agências em todo o país, conta com cerca de 320 colaboradores nos seus quadros.

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