Presidente da Câmara do Entroncamento defende reposição da pesca lúdica no Tejo

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O presidente da Câmara do Entroncamento reconhece como justa a pretensão apresentada por munícipe, na reunião de Câmara de 1 de fevereiro.

O presidente Jorge Faria manifestou a sua solidariedade para com o descontentamento dos munícipes inibidos da prática da pesca lúdica no rio Tejo, no troço entre Abrantes e a Ponte da Chamusca.

No documento remetido para a intervenção do público na reunião, o munícipe refere, entre outros argumentos, que grande parte dos praticantes de pesca lúdica do Entroncamento são aposentados para quem esta é uma forma de se manterem ativos e contribuir para a sua saúde mental. Menciona ainda que “o pescador lúdico não constitui uma ameaça às espécies autóctones, antes pelo contrário, ao ter liberdade para pescar as espécies invasoras e predadoras tende a manter o equilíbrio do ecossistema”, argumentos com os quais o presidente da autarquia manifestou a sua total concordância.

Jorge Faria disse que, considerando esta “decisão exagerada e profundamente injusta, irá solicitar justificação para mesma junto do ICNF e a defesa junto dos deputados à Assembleia da República eleitos pelo distrito da reafetação de troços do rio para pesca lúdica”.

Recorde-se que a Portaria 461/2007, de  18 de abril, criou uma zona de pesca profissional “no troço do rio Tejo compreendido entre a captação de águas do Taínho, freguesia de Alferrarede, na margem direita e freguesia do Pego, na margem esquerda, concelho de Abrantes, a montante, e a ponte da EN 243 que liga Golegã à Chamusca, freguesia e concelho de Golegã, na margem direita, e freguesia de Pinheiro Grande, concelho da Chamusca, na margem esquerda, a jusante”, informando que a pesca profissional nessa zona se rege por Regulamento anexo a esse diploma, complementado, anualmente, por edital do ICNF.

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