“O Quarto segredo de Fátima” é o novo romance de Mário Rui Silvestre

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“O Quarto Segredo de Fátima” é o título do novo romance do escritor ribatejano Mário Rui Silvestre, já à venda nas livrarias e em várias plataformas de várias editoras e em breve traduzido em Espanha, cujo entrecho se passa, além de Fátima, em Santarém, Torres-Novas e Tomar.

Bertrand.pt - O Quarto Segredo de Fátima

Na apresentação da obra, o autor afirma que “Fátima, o mais diáfano vértice dos três éfes nacionais, não se esgotou nos também três segredos já revelados, a que nem faltou a divina comédia dantesca da visão do inferno, mostrado a três crianças. Faltava-lhe o mais histórico e fabuloso dos tópicos da literatura mundial dos últimos oito séculos”. 

Segundo Mário Rui Silvestre, “O Quarto Segredo de Fátima é uma obra que une na diegese o policial; o romance histórico; a construção do mito fatimita com factos verídicos jamais abordados; e este vírus epidémico, o qual veio provar que o homem está entregue a si mesmo, e não há, neste planeta, lugares mais sagrados que outros”. 

Na trama do livro O Quarto Segredo de Fátima, um professor de literatura, descobre um segredo que a ciência busca há trinta anos; os decifradores de charadas templaristas há setecentos; e os críticos de Fátima há cem“.

Trata-se, pois de “um thriller palpitante, que lhe vai revelar O Quarto Segredo de Fátima, e o perigo que o cerca, ainda com o bónus de estar bem escrito, o que não é dizer pouco neste tempo e matérias“.

Romancista, poeta, historiógrafo, Mário Rui Silvestre foi presidente da C.L.A.P.A. – Comissão de Luta Anti-Poluição do Alviela, uma das Associações Ecológicas pioneiras do país, escreveu e dedicou, em cerimónia pública, ao dr. Mário Soares, então Presidente da República, o livro de contos «Do Rio À Margem».

Seguiram-se os romances «Para A Morte Não Ter Razão», sobre um caso passional, e as eleições de 1958, a que concorreu o General Humberto Delgado; «A Calma Declinava», pastiche do nouveau roman, sobre as «Viagens na Minha Terra» de Garrett, e a cidade de Santarém.

Na Poesia, destacam-se «Caosmologia», com prefácio do poeta, escritor, eurodeputado, e ex-diretor do C.C.B, Vasco Graça Moura, «Poemas do Centenário» e «Ribaterra».

Com chancela da Fundação Comendador José Gonçalves Pereira, editou várias obras historiográficas, salientando-se «As Gloriosas Máquinas do Pão», acerca dos milenares moinhos d’água do Alviela, rio que abasteceu Lisboa durante um século.
Fez parte da Comissão de Honra da «Associação Mais Saramago», e foi responsável por várias livrarias no país da C.D.L (Central Distribuidora Livreira).

Ganhou o Prémio Literatura de Viagens, do jornal em espanhol «Novedades de Moscou», e outros em concursos literários diversos.

No Ensaio, com chancela da Câmara Municipal de Santarém, e apoio da Comissão Nacional dos Descobrimentos, publicou «Em Torno de Camões», com factos inéditos sobre a vida e obra do Poeta maior da portugalidade, entre outros.

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