Empresário de Alpiarça na lista de passageiros de avião privado onde foram apreendidos 500 kg de cocaína no Brasil

Em Sociedade

Paulo Jorge Saturnino Cunha, empresário com empresa de vinhos em Alpiarça, é o único dos nomes da lista de passageiros sem ligações ao mundo do futebol. Segundo a SIC Notícias, a Polícia Federal do Brasil ouviu esta sexta-feira João Loureiro, antigo presidente do Boavista e filho de Valentim Loureiro, que era um dos passageiros que estava previsto viajar para Portugal num avião privado onde há uma semana foram apreendidos 500 quilos de cocaína, no aeroporto da Bahia.

“As investigações continuarão para identificar os responsáveis pela carga ilícita, que poderão responder pelas acusações de tráfico internacional de drogas e associação com o narcotráfico, cujas penas combinadas podem chegar a 25 anos de prisão”, refere o comunicado da Polícia Federal citado pela SIC Notícias.

O Jornal de Notícias refere que o jato pertence à empresa omni, com sede em Oeiras, e que presta serviços de transporte aéreo. O JN adianta que segundo o plano de voo da Omni, deveriam fazer a viagem entre Salvador e Tires mais cinco passageiros. Nenhum compareceu para embarcar no avião, segundo a SIC Notícias.

Além dos três tripulantes do jato, do empresário João Loureiro e de um espanhol que já tinha feito com ele a viagem de Portugal para o Brasil, havia mais indivíduos com ligação ao mundo do futebol que deveriam ter apanhado o avião em Salvador da Baía, rumo a Tires: Bruno Geraldes Macedo, empresário que esteve envolvido no regresso do treinador Jorge Jesus ao Benfica; Hugo Cajuda, ex-futebolista e filho do treinador Manuel Cajuda; e Bruno André Carvalho dos Santos, agente que levou o treinador Abel Ferreira para o Palmeiras.

O único nome da lista de passageiros sem ligações ao mundo do futebol é Paulo Jorge Saturnino Cunha, empresário com negócios no setor dos vinhos, e um dos proprietários da empresa agrícola Pinhal da Torre, de Alpiarça.

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