Equipamento de TAC autorizado para a Unidade Hospitalar de Torres Novas

Em Saúde

A Unidade Hospitalar de Torres Novas vai ter um Equipamento de Tomografia Axial Computorizada (TAC). Um equipamento que ultrapassa os 400 mil euros e que se prevê possa estar em funcionamento a seguir ao verão deste ano.

Pedro Ferreira, presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, deslocou-se ao CHMT para ver as instalações onde será colocado o TAC, na Unidade Hospitalar de Torres Novas.

Um momento, que considerou de uma “importância relevante, muito ansiado pela população”.

Em declarações no final da visita, Pedro Ferreira afirmou estar “imensamente satisfeito. É uma valorização das especialidades já existentes e mais uma resposta. Torres Novas tem muito orgulho nesta sua Unidade Hospitalar e nas pessoas que aqui trabalham”, disse o presidente da Câmara Municipal de Torres Novas.

Pedro Ferreira referiu, igualmente, sentir que “com estes passos não se fecham ciclos, cada vez se abrem mais. O aparelho que estamos a falar era uma necessidade não só para a Região, mas em particular para Torres Novas. E por isso não tenho palavras senão agradecer imenso o empenho deste Conselho de Administração, pela forma como comunicam com os municípios e eu sinto-me um privilegiado.”

Carlos Andrade Costa, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, assumiu a ambição deste Conselho de Administração de dotar as três Unidades Hospitalares com este equipamento. “Sempre dissemos que não se compreenderia ter um Hospital sem este equipamento. E hoje temos este equipamento para as três Unidades”.

Carlos Andrade Costa apontou o final do verão como o tempo do início de funcionamento do TAC em Torres Novas, sublinhando que a pandemia que estamos a viver“vai-nos acompanhar ainda durante muito tempo. Temos de nos preparar cada vez mais e melhor para acompanhar os doentes, em particular os que ficaram com sequelas do SARS-Cov-2”, reforçou o presidente do Conselho de Administração do CHMT.

Carlos Andrade Costa sublinhou ainda que “a pandemia absorveu-nos muito, mas nós não parámos. À margem do que foi o trabalho de fazer face à Pandemia continuámos a trabalhar naquilo que era o pós pandemia e naquilo que seria o futuro do CHMT. Continuámos a projetar o CHMT que tínhamos na nossa perspetiva e que a Pandemia veio condicionar, mas não nos podia limitar e não nos limitou”, sendo estes investimentos prova disso, concluiu o presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

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