CHMT investe 3 milhões na requalificação e expansão do Serviço de Urgência Médico-cirúrgica

Em Saúde

O Centro Hospitalar do Médio Tejo apresentou ontem o projeto da obra de requalificação e expansão do Serviço de Urgência Médico-cirúrgica, na Unidade Hospitalar de Abrantes. Um investimento de 2,9 milhões de euros, já aprovado pelos Ministérios da Saúde e das Finanças.

Ilda Rocha, engenheira responsável pelo projeto, da SUCH, afirmou “ser este um projeto que visa requalificar a área atualmente ocupada pelo Serviço de Urgência e ampliar essa área para a área que era ocupada pelo Serviço de Consulta Externa.  Um grande benefício de crescimento do Serviço de Urgência e ainda vai incorporar outras valências nomeadamente na área da cirurgia”.

E foi esta nova área da Urgência médico-cirurgica que foi possível visualizar no filme apresentado em 3D.

Manuel Jorge Valamatos, presidente da Câmara Municipal de Abrantes, agradeceu o trabalho realizado por todos os profissionais do CHMT, em particular “o empenho do presidente do Conselho de Administração e da sua equipa na concretização desta obra, tão ansiada por toda a população”. 

O autarca afirmou “ser este um dia importante para Abrantes”, referindo que “a Câmara acompanhará estas obras de perto, no sentido de colaborar e ajudar a concretizarmos estas obras tão importantes para o nosso Hospital de Abrantes, mas numa lógica maior do Centro Hospitalar do Médio Tejo e para a afirmação deste mesmo Centro hospitalar”.

Carlos Andrade Costa, presidente do Conselho de Administração do CHMT, sublinhou a importância deste projeto que “esta Casa sempre ambicionou, e que dentro de pouco tempo estará na rua o concurso público para a empreitada de construção. A nossa expectativa é que em novembro estaremos a fazer a adjudicação da obra, eventualmente em dezembro começar a instalar o estaleiro e que a obra decorra até ao primeiro trimestre de 2023.”

O presidente do Conselho de Administração do CHMT salientou, igualmente, que “este não é um investimento único no CHMT. Nós sempre dissemos que a pandemia nos condicionou, mas não nos bloqueou. Ao mesmo tempo estamos a concretizar o investimento do TAC em Torres Novas e a investir no seu bloco operatório e na criação do Centro de Reabilitação Cardio-respiratória. Estamos, também, a continuar a investir no Laboratório, em Tomar, estamos a iniciar o processo de instalação fotovoltaica para a eficiência energética em Tomar, estamos a preparar uma nova valência com internamento em Tomar e, portanto, estamos a fazer uma frente de investimentos, que já vínhamos preparando ao longo de 2020. E 2021 e 2022 e 2023 serão anos importantes para o Centro Hospitalar num conjunto vasto de investimentos”, concluiu Carlos Andrade Costa.

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