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O primeiro-ministro António Costa, intervém durante a cerimónia oficial do Dia Mundial da Língua Portuguesa no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, 05 de maio de 2021. O português é falado por mais de 260 milhões de pessoas nos cinco continentes, estimando-se que em 2050 esse número cresça para quase 400 milhões e, em 2100, para mais de 500 milhões, segundo estimativas das Nações Unidas. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Ai Costa, Costa…

Em Opinião

Durante meses e meses temos aturado as “santices” de Pedro Nuno Santos, as “cabritices” de Eduardo Cabrita, as “galambices” de João Galamba, músicos da banda de António Costa dado o seu pendor para nos mimosearem com fífias monumentais sem que estes filhos da pauta (sem raspas de talento dos rapazes da Vaca da Cornélia) fizessem cara feia ou se emendassem os modos ante a avalancha de críticas dos portugueses.

Ora, o maestro António Costa fintava-nos porque os coloca à sua frente ao modo de pára-raios mais salientes, a seguir perfilam-se os restantes músicos na sua defesa pois o primeiro-ministro é o seu abono de família político mesmo quando aparentam serem prósperos ao ponto de o contrariarem.

Ora, António Costa urdiu uma bem oleada máquina de propaganda de modo a passar quase incólume pelos grossos pingos da chuva proveniente dos erros e omissões do seu governo e quando assim não acontece coloca os membros do governo a servirem de biombos e quais bimbos do que reluz é oiro soltam atoardas destinadas a soltarem bombas de fumo a suscitarem indiferença e/ou esquecimento.

Só que tantas vezes vai o cântaro à fonte que fica lá a asa e, desta feita António Costa extravasou os limites ao vir a terreiro defender o indefensável a propósito dos acontecimentos ocorridos na festa bacanal de cerveja da Taça dos Campeões europeus. 

Perante o clamor de críticas veio a terreiro dar a sua versão do ocorrido e quando uma jornalista lhe perguntou quais as consequências da incompetência dos decisores virou-lhe as costas não respondendo ao perguntado.

O Sr. António Costa «mata» pelo silêncio, desta feita talvez tenha começado a pensar no pântano de Guterres, resta saber qual a forma de Costa fugir dele. As rãs socialistas coaxam inquietas nas águas poluídas da sua governação.

Armando Fernandes    

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