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Semana da Saúde Infantojuvenil do Hospital de Santarém com mais de mil participações

Em Saúde

Mais de um milhar de participações em 25 sessões. Este o balanço da Semana da Saúde Infantojuvenil do Hospital Distrital de Santarém (HDS), organizada em parceria com a Escola Superior de Educação de Santarém (ESE), que decorreu entre os dias 31 de maio e 2 de junho e contou com um painel de especialistas de referência nesta área.

Subordinado ao tema “Crescer bem & Bem Crescer”, o evento online e totalmente gratuito contou com cerca de 500 inscrições, das quais resultaram mais de mil participações, número que na opinião de Paulo Sintra, diretor clínico do HDS, “demonstra o interesse e a preocupação da população a quem se destina em relação às temáticas que aborda”.

Dirigido a profissionais da educação, pais, avós – e demais encarregados de educação – crianças, adolescentes e jovens, a iniciativa teve como objetivo debater as etapas e desafios no desenvolvimento infantojuvenil em tempo da pandemia.

Ao intervir na cerimónia de abertura, que se focou na temática “Pandemia: o antes e o depois. Papel do pediatra e do médico de família”, Paulo Sintra realçou que o HDS tem vindo a reinventar-se. “Tentamos não só fazer o nosso trabalho, que é o tratamento do doente, mas cada vez fazermos mais e melhor, com novas especialidades, com novas técnicas, e o Serviço de Pediatria é exemplo disso, mas também levar o hospital à comunidade que serve.”

Aldina Lopes, diretora do Serviço do HDS, salientou que neste momento a maior dificuldade é manter as privações nos mais novos.” É muito importante que os jovens, os adolescentes e as crianças na medida da sua idade e compreensão percebam a sua responsabilidade no momento atual. Ensiná-los, consoante a idade, a avaliar o momento presente para serem eles a comandar os seus desejos e decisões.”

A responsável destacou ainda que a missão do Serviço de Pediatria do HDS é “cuidar, proteger, defender e tentar diminuir o sofrimento a todas as crianças e adolescentes, das suas famílias e, principalmente, das que mais sofrem e mais desprotegidas se encontram”.

Marília Boavida, presidente do Conselho Clínico e de Saúde do ACES Lezíria, frisou a importância da ligação entre o médico de família e a Pediatria. Nas suas palavras, a mesma “é essencial para um melhor acompanhamento da criança e jovem, mas necessita ainda de alguns ajustes por parte dos pais que terão de encontrar respostas nos serviços que sejam mais adequados, isto quer dizer que tratando-se de uma criança saudável poderá ser acompanhada no ser centro de saúde, pois é onde estão os recursos mais adequados”.

“Sempre que o médico ou outros profissionais detetam situações de doença ou outras que não estão adequadas aos nossos cuidados, essa criança será enviada para as consultas de Pediatria”, acrescentou.

Hélia Dias, diretora da Escola Superior de Saúde de Santarém, destacou que um evento organizado por um hospital com a parceria da Escola Superior de Educação, onde intervieram oradores de diversas áreas profissionais e totalmente dirigido à comunidade, focalizado nas grandes áreas que a pandemia “veio trazer a necessidade emergente de trabalhar orientações/ intervenções educativas com as crianças e as famílias”. E acrescentou: “A participação da ESSS dá a conhecer como a nível da investigação/ ensino estas temáticas têm sido trabalhadas, encontrando-se a Escola disponível para quaisquer outros desafios.”

O HDS enfatiza que a parceria com a Escola Superior de Educação, e em particular com o Centro Tecnológico, foi “imprescindível” para o sucesso do evento.

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