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Bloco de Esquerda apoia decisão da Autoridade de Saúde de impor testes nas touradas de Santarém

Em Sociedade

Estando a registar-se um novo aumento de casos Covid, o Bloco compreende a decisão da Autoridade de Saúde de impor a apresentação de testes negativos aos espetadores da tourada”, afirma o Bloco de Esquerda de santarém em comunicado. “O que não concordamos é com a atitude inflamada de Ricardo Gonçalves em acometimento à Autoridade de Saúde”, afirma o Bloco, reagindo às declarações de Ricardo Gonçalves critica regras diferentes para cidades diferentes. Para o Bloco, “a solução é corrigir o erro em todos os lugares –  não é usá-lo para justificar que o mesmo erro de faça na nossa terra”.

A candidatura do Bloco de Esquerda à Câmara de Santarém critica Ricardo Gonçalves relativamente às posições tomadas sobre as regras impostas pela autoridade de saúde às touradas

“Um presidente de Câmara deve agir em responsabilidade na melhoria de todos os processos de proteção da saúde e evitar que Santarém recue nas medidas de confinamento com consequências negativas para a economia e a saúde pública”, refere o comunicado.

O Bloco salienta que “as corridas de touros foram adiadas por decisão do seu promotor comercial – não foram canceladas –, aliás, como estava previsto e escrito no verso do próprio bilhete da tourada. A atitude irresponsável do presidente de Câmara veio dar campo à extrema direita, à demagogia, ao ódio acicatado que só motiva conflito”.

BE rejeita apoios financeiros à tourada

Esta segunda-feira dia 14, a reunião do executivo camarário de Santarém volta a aprovar o pagamento dos seguros do Grupo de Forcados Amadores de Santarém (GFAS). Para o Bloco, “o GFAS exerce a atividade privada que entende e como entende – em consequência deve também manter a sua autonomia financeira. A tourada é uma atividade comercial privada, concessionada à entidade privada “Praça Maior”, essa atividade deve ser autossuficiente e não depender o dinheiro público”.

O Bloco discorda da compra de bilhetes pela Câmara e sua “distribuição, utilizando a estrutura autárquica, além de um subsídio direto a uma atividade comercial é um uso indevido de recursos públicos”. O Bloco entende que “a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) não é propriamente uma Associação de Solidariedade Social; a CAP é a organização dos mais poderosos e ricos latifundiários do país”.

A candidatura do Bloco de Esquerda “rejeita o financiamento a atividades comerciais cujo divertimento se baseia no sofrimento dos animais”.

O Bloco entende “a construção cultural humana no respeito pelos seres vivos sencientes e assente em valores humanistas modernos e não medievais”.

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