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Má vizinhança provoca “guerra” entre restaurantes à beira da Nacional 1

Em Correio dos Leitores

Em fevereiro do ano passado, Carla Costa e o marido abriram o café/ restaurante Nacional, à beira da Nacional 1, perto da localidade de Tagarro, na freguesia de Alcoentre. Numa zona dominada pelo negócio do transporte de mercadorias e da logística, os cafés e restaurantes da região vivem do movimento dos camionistas. E a avaliar pelo trânsito incessante, deve haver clientes que cheguem para todos viverem. Mas não assim que pensou o dono do restaurante ao lado. Nada faria prever o comportamento do dono do restaurante Por do Sol 1 que parecia seguir uma trajetória de sucesso, junto à lendária Ponderosa.

“Os meus vizinhos e donos do restaurante Pôr do Sol 1 são umas pessoas de tanta extrema ganância, que não pensam que o seu próximo também tem direito a viver, e a ganância é tão grande que procuram prejudicar-me o mais possível, e fazer tudo o possível e o impossível barrar-me de todos os lados fazendo o possível para que o meu estabelecimento passe despercebido”, lamentou ao Mais Ribatejo Carla Santos, dona do Nacional.

Fosse pelo abrandamento dos negócios devido à concorrência ou pelo desejo de afastar a concorrência, o dono do restaurante Por do Sol, desde logo abriu hostilidades contra o novo vizinho, iniciando uma relação de má vizinhança que descambou em agressões e já vai em processo no tribunal.

“Abandona carros velhos e camionetas em frente do meu restaurante, para impedir os meus clientes de pararem aqui, tenta proibir o estacionamento dos clientes no terreno ao lado, dizendo que é exclusivo do estabelecimento dele, enfim faz tudo para nos prejudicar”, queixa-se Carla Santos, dona do café/restaurante nacional.

A gota de água foi a deposição de dezenas de grandes bidões de plástico usados para armazenar bagaço em cima do muro da esplanada frente ao café e tapando a vista para o letreiro do Nacional. O mau aspeto visual somado ao cheiro nauseabundo do bagaço rançoso em cima da esplanada gerou protestos dos donos do Nacional. Os episódios de má vizinhança agravaram-se.

Palavra puxa palavra e entraram em vias de facto, com o dono do Nacional a fazer queixa na GNR de agressão, agravada no seu caso por ter feito transplante de rins que o debilitou. O caso segue para tribunal, mas a má vizinhança continua.

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