Quarta-feira, Junho 12, 2024
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Viagens ao interior da literatura de crime e mistério (8): Um regabofe de trevas no centro do capitalismo de ficção

Novos terrores.

Não são apenas, como os doutrinadores do universo neoliberal vendem à opinião pública (reduzido e adoçado): falta de alimentos, SIDA, Covid-19, obesidade infantil, gripe das aves, insegurança urbana, Legionella, drogas pesadas, OGM, esgotamento dos combustíveis fósseis, horror apocalíptico das mudanças climáticas, terrorismo(s), crise financeira, ética e económica.

Frank Herbert (1920-1986)

Subscrevo o que disse Ignacio Ramonet quando atribuiu maior gravidade a determinados fenómenos:

“à comunicação escrita e visual, tornada a maior superstição do tempo presente, manipuladora por excesso e por defeito”;

“ao desnorte de uma ciência tornada, em grande parte, uma tecnociência”;

“ao aumento incontrolado da poluição e da mudança climática global”;

“à morte da biodiversidade e ao esgotamento dos recursos naturais, sobretudo da água”;

“ao aumento da erosão dos solos e da desertificação”.

“ao ignorar por que forma evitar que o mundo se desmorone, sob o peso dos detritos”;

“a não estudar a forma de conseguir alimentar oito a onze biliões de pessoas, daqui a menos de vinte anos”.

Perante a imensidade destes problemas, a utilidade do avanço das novas tecnologias deixa de ser vista como uma insofismável evidência de progresso. Nasce, no homem comum, um desencanto, uma incurável sensação de derrota, que as inumeráveis evoluções técnicas dos últimos trinta anos não atenuam.

Para o ser humano, se progresso houve, está fora da bolsa e do alcance da esmagadora maioria da população do planeta.

A criatura de hoje é deliberadamente vegetalizada pelo nivelamento populista “por baixo”, feito de “reality shows”, escândalos sórdidos, libertinagem boçal e informação anódina ou falseada.

Falseada em tudo: disseram-lhe que o ultraliberalismo, que lhe garantiram democrático, iria trazer-lhe a liberdade; que a onerosa e cruel deificação do consumismo não trairia, pois, os princípios humanistas que dizia defender.

A recessão gigantesca de 2008-2021, sem fim à vista, aí está, para o provar. Novos terrorismos perigosos e de raiz religiosa matam sem pudor (e em nome de Deus).

Ou, ainda pior, um anarquismo frio e suicida, nas juventudes dos formigueiros humanos do Rio de Janeiro, S. Paulo, Los Angeles, Moscovo, Glasgow, Paris, Cairo, Xangai, droga-se, mata-se, foge-se à realidade por qualquer forma.

Arturo Pérez-Reverte (1951-)

Definir o “risco aceitável” da vida em sociedade deveria ser privilégio da comunidade.

Mas não é.

Reinam o medo e a atonia.

E, ao mesmo tempo, a lúgubre fascinação que temos pelos crimes, pela morte, pela violência. Há um acidente rodoviário, com feridos ou mortos, e nós, que não somos médicos ou enfermeiros, paramos quase sempre, para ver

Os crimes têm lugar de honra nos jornais.

Desaparições de crianças, assaltos com retenção de reféns, aviões que tombam (são feitos tombar) em arranha-céus ou em sítios selvagens, atentados terroristas, raptos de oposicionistas, homicídios passionais, delírios teocráticos, são a felicidade dos ditos media.

Em todos os tempos, retaliação e vingança (legalizada ou não) sempre fizeram agir, de forma doentia, o ser humano.

A anomalia predadora que (em certas comunidades) é crime, sobrepõe-se à análise detalhada da vida e comportamento da esmagadora maioria dos que vivem, sob as normas, códigos ideológicos, religiosos ou cívicos, uma vida respeitadora do “outro”.

Que nos reserva o futuro?

Disse-o já: a literatura de crime e mistério sempre foi (não poderia deixar de o ser) o espelho da sociedade que a lê ou a vê, no cinema ou na televisão.

E é visível no livro policial atual, uma lúgubre insistência no sadismo, na coisificação dos cadáveres, com pormenores horrendos ou repulsivos, que tornam o corpo humano, na autópsia, num amontoado químico de tecnologias paranoides.

Alarga-se progressivamente (em situações e com impassibilidade átona) o campo de aplicação da eutanásia. Não a dignificante, a outra[1].

Ainda assim, existem também espaços imensos, novos temas, que não foram sequer desbravados, clamando por autores de criatividade e génio. Existem temáticas que o mundo, a ciência e a tecnologia atuais tornaram possíveis (e atrativas), para o leitor potencial. Surgem, crescentemente, novas possibilidades de combinação híbrida com outros géneros.

Barbara Cleverly (1940-)

Como “Doomsday Book”, de Connie Willis, “The Plague Tales”, de Anne Benson ou “Others”, de Frank Herbert, todos eles a merecerem leitura, reflexão atenta sobre a temática da peste, das pandemias sem solução.

Existem experiências inéditas da ficção literária, de que é um bom exemplo “La Misteriosa Fiamma della Regina Loana”, de Umberto Eco.

Há excelência. Podemos admirar a inovação temática de Peréz-Reverte, no “El Club Dumas” e em “La Tabla de Flandes”.

Mo Hayder (1962-2021)

Existe um ressuscitar estimulante dos romances de enigma, na linha direta dos clássicos do “whodunit” (“The Last Kashmiri Rose”, de Barbara Cleverly; “River of Darkness”, “The Blood-Dimmed Tide“, do sul-africano Rennie Airth). E romances de “detetive”, dando um tom, por vezes quase surrealista, ao renovar, pela centésima vez, Holmes ou Drácula.

Surgem obras entristecedoras, cujos autores, com a indesejada passagem, em jovens, pelo limbo da droga, da prisão, do álcool, de abusos paternos e de outros traumas severos (J. Ellroy, P. Cornwell[2]) ou da criminalidade grave (matricídio, praticado com cruel bestialidade, no caso de Anne Perry) dão às suas histórias, de forma transparente, um autobiográfico tom catártico.

Por outro lado (desacreditadas as religiões e ideologias laicas tradicionais, surgem carências de esoterismo sem problemas…), existe uma profusão de policial “esotérico-histórico”, abordando mistérios eivados dos estereótipos de “alçapão-Fu-Manchu”.

Ou intimismos doentios (híbridos de Huysmans e Ellroy).[3]

Existe uma tentativa de renovação do “thriller”, dado que a noção de horror, hoje, está muito embotada e tem de se ir a extremos bárbaros, para impressionar o leitor[4]. Existe, é certo, uma renovação no policial europeu-não anglófono, da Escandinávia ao Mediterrâneo e do Japão aos Balcãs.

Existe uma evidente melhoria da qualidade literária das obras de tipo mais “popular”, ou de grande consumo, que supera, em muito, o das suas congéneres dos anos trinta-oitenta.

Até em Portugal.

Comparar Gentil Marques ou Mário Domingues com Henrique Nicolau ou Ana Teresa Pereira, é um exercício penoso de humilhação dos primeiros.

Parece-me que, no futuro, o género (dito policial) se irá diluir um pouco noutras formas de criação literária.

No mercado editorial português, por exemplo, superou-se inteiramente o “ghetto” do formato “de bolso” barato (em Portugal, “Vampiro”, “Xis”, “Escaravelho de Ouro”) e nas ditas coleções de grande formato, começam a aparecer policiais em profusão (e, infelizmente, quase sempre com péssimas traduções): na Presença (“O Fio da Navalha”), na Difel (já em coleção “Literatura Estrangeira”), nas Edições “70” (Alibi), na ASA (Noites Brancas), na Pergaminho (Damas do Crime), na Europa-América (Crime Perfeito), na Editorial Notícias (Excelsior), na Record (Coleção Negra), etc.

Três tendências temáticas que merecerão, no futuro próximo, importância crescente: o ressurgir do medieval “La Peur du Loup”, tornado humano, no serial killer; o psicopatológico e o bioterrorismo, ao serviço da ressurreição de um “neogótico”, com ressaibos de holocausto milenarista; a reabilitação da polícia, aumentando exponencialmente os seus “bons sentimentos” ou a sua “vulnerabilidade”.

No primeiro caso, a identificação milenária do lobo como o companheiro da morte, da fome, da guerra, da miséria, do frio, vem de muito longe e está entranhada na cultura do primata pós-glaciação.

Wolfzeit” era o momento em que o “sol se tornava negro”, a hora dos lobos míticos da Edda, Skoell e Hatti, forças ao serviço do Mal, devorando humanos sem se deter.

Quem não conhece, o estribilho da canção de Serge Reggiani”: Les loups sont entrés en Paris”, o que de facto, aconteceu nos invernos de 1421 e 1423, desenterrando e devorando cadáveres e atacando os vivos, apesar da presença milagrosa da inefável Jeanne, a “pucelle” d’Orléans?

Quem não conhece o perigo da raiva; as lendas de lobisomens; as crianças-lobo do Reverendo Singh; a licantropia, que deu fama a Werner Oland e Lon Chaney Jr em Hollywood; o “Lobo Azul” ancestral dos turcos e mongóis; a “bête” de Gévaudan; o Capuchinho vermelho e o lobo mau, “bête farouche qui dévore les filles”; os atuais “Lobos Cinzentos” do fascismo turco, a “hora do Lobo”, no centro da noite?

Atualmente, o tema desdobra-se em inúmeras obras de qualidade, como “Lobo!” de Adolfo García Ortega, “L´Homme à l’Envers”, de Fred Vargas, “Pardonnez nos Offenses”, de Romain Sardou, “Les Loups de Longchaumois”, de Nöelle Le Frêne, “L’Empire des Loups”, de Jean-Christophe Grangé.

No campo da psicopatia para todos os gostos, explode uma imensa coorte de anglo-saxónicos, acolitada aqui e além, por franceses (Fréderic H. Fajardie, por exemplo), belgas (Willy Deweert) e escandinavos (Henning Mankell), dá uma toada de holocausto apocalíptico ao mundo de hoje.

Leia-se toda a obra de Rankin, Cornwell, Dennis Leheane ou Harlan Coben e tem-se uma leve ideia de até onde se pode ir.

Quanto ao terceiro, basta ler Elizabeth George, por exemplo, com os seus inspetores-condes e as sargentos-proletárias, para se ver a que ponto a lamechice de telenovela rosa, com intermináveis centenas de páginas, ressurgiu e ultrapassa (e muito…) o que de pior escreveram Dorothy Sayers ou as irmãs Brönte.

Anne Perry, com os seus revivalismos vitorianos, só consegue ser superada (em tédio) pelas francesas que assinam com o pseudónimo de Claude Izner, novelas passadas na Belle Époque.

Mas, feito o balanço integral, sem buscar o pior, estamos a assistir à concretização da predição de Maugham de que os historiadores dum futuro longínquo julgariam a literatura dos séculos XX (e, acrescento eu, XXI) a partir de uma análise da obra (no seu lado bom e mesmo no péssimo) dos escritores policiais, porque os ditos grandes nomes da literatura trariam (com as suas criações, não nego que geniais), um contributo redundante ou negligenciável para um real conhecimento da sociedade do seu tempo.

Teremos tempo (e disponibilidade) para saborear tal produto, no estado em que está a sociedade que o segrega?

Em jeito de síntese, nesta nova Idade Média em que nos movemos, os consumidores globais só querem excitar-se com a garantia do arrepio do mal. E não nos podemos admirar que ao pacato Hercule Poirot suceda o fétido Dr. Hannibal Lecter, canibal, incontestável alimento de best-sellers.

Vivemos realmente num mundo que tornou realidade algumas das piores distopias das gerações anteriores?

Esta época de surda inquietação, mascarada de carnaval consumista permanente, responde às prazenteiras esperanças de quem se identificava com Sherlock Holmes, Jane Marple ou Simon Templar?

Que fariam Misses Marple, Whiters e Silver, mesmo organizadas em “petit comité”, sustentadas pelos poderes e dinheiro de um Bill Gates, para minimizar as questões (carências energéticas, pandemias, deterioramento ecológico) do inumerável cardápio do Apocalipse que se está a acumular sobre a humanidade?

Que medidas tomaria Maigret contra os mass murders quase semanais e o terrorismo dos homens-bomba do “califado” do seu Paris, se se não tivesse reformado (e, neste momento, mais do que provavelmente, morrido suavemente, desgostoso do mundo, no seu refúgio de Meung-sur-Loire)?

Que pensaria o arguto e lúcido snob Lord Peter Wimsey, do socialista Anthony Blair?

Ou o suave humanista Ellery Queen, de Donald Trump ou Sarah Palin?

A nociva elefantíase do horror, que diariamente nos submerge no quotidiano penoso dum planeta-zombie, comporta estreita margem de beleza para o que de melhor poderíamos pedir à criatividade do género crime e mistério.

Explica-nos Pierre Dubois, no seu delirante livro “Les Contes de Crimes”, com um humor sardónico (que provoca calafrios), que hoje (se tivessem existido de facto), Peter Pan seria “Jack, the Ripper”; Branca de Neve, perversa sexual com preferência por orgias com anões. Morta, enfim, vítima de uma envenenadora em série, especialista em cianeto.

Cinderela seria uma ninfómana e neurótica sexual, assassina de um pobre fetichista de sapatos, mas de sangue real; Rapunzel, uma uxoricida sádica, de cabeleira-arma mortal, de ferro dourado; Riquet à la Houppe, uma personagem trágica, de crime e pesadelos que nem descrevo.

Mas não perco o otimismo.

Não por crença na “Humana Fraternitas”, num eclodir das “Auroras que cantam” ou em doses imoderadas de beatice.

Em primeiro lugar, porque o escritor de enigmas, caçador de crimes, se parece ser pouco dado à inovação nas histórias que nos conta e na linguagem em que no-las transmite, está menos sujeito às “modas” (a adotar imperativamente, como os seus colegas que escrevem verdadeiros romances).

Mais vítimas da última moda, estes, que uma adolescente de acne juvenil.

Os livros de crime e mistério não se preocupam tanto em responder aos critérios de valor estabelecidos pelos seus contemporâneos, desejosos de assentar em novas bases a arte literária.

O fair-play (e o lucro comercial…) obrigam-nos a adaptar-se (já o referi), aqui e ali, às novas coordenadas do mundo globalizado onde vivem, mas apenas no indispensável para se manterem (sempre o foram) inovadores ou precursores.

De patológicos olhares sobre o mundo, ideias de partida lúcidas do que vai mal, enredos inéditos nos crimes que se praticam, trama mais sombria ou sarcástica no retrato ou caricatura da sociedade em que se movem.

Como sempre aconteceu, que se saiba, no romance, poesia, teatro, cinema, ao longo dos tempos.

Na forma e estilo e por vezes (isso, sim, é infinitamente trágico), na ideologia do poder.

Mas o leitor que visa, ao ler um livro, a elaboração ponderada de uma nova maneira de ver as coisas, o êxtase estético, ou bases para um artigo de crítica literária ou filosófica, reconhece (a mitologia do crime, do mistério, poderosa, mas não tanto…) que Poirot e Holmes, Maigret e Templar têm menos peso social que Umberto Eco, Jack Kerouac, Alain Robbe-Grillet, George Orwell, Dino Buzzatti, Tom Wolfe, Theodor Fontane ou Doris Lessing.

No entanto, ano após ano, tem-se vindo a dizer que o género policial está moribundo, que se descaracterizou por completo, que esgotou toda e qualquer possibilidade de renovação ou mesmo de envergonhada sobrevivência, em coleções populares.

Todos os anos se diz que já não há mais temas a abordar e que a sempiterna história é requentada e recontada milhares de vezes.

E, no entanto, vê-se sempre a multiplicação de novas abordagens dos temas crime e mistério, com infinitos quadros, acentos e estilos.

As coleções de temáticas de mistério brotam por tudo o que é editora.

É do crime que se fez a mais apaixonante parcela da investigação histórica e da ficção nela baseada, um dos géneros mais lucrativos, do livro ao cinema, da televisão ao cartoon. Procuram-se, nos crânios dos Homo Sapiens, vestígios de assassinatos rituais e nas múmias egípcias, sinais de envenenamento.

Da Bíblia às tragédias gregas, da saga dos Bórgia às eviscerações e demais crimes da época vitoriana, quase aplaudimos as malfeitorias, quando perfeitas. É triste, mas é assim.

O homem sempre apreciou (o que motivou inúmeras obras de arte, desde Macbeth a “In Cold Blood”, de Truman Capote) conhecer os meandros de um crime tenebroso, saber-lhe as causas profundas, aguardar, esperançado, o castigo exemplar do criminoso se lhe for antipático ou, em empatia com as suas motivações, desejar que escape aos perseguidores.

Como refere Siegfried Krakauer[5] “…assim como o detetive descobre o segredo enterrado no meio dos homens; assim o romance policial descortina na esfera estética, o segredo da sociedade por realizar e das suas marionetas, desprovidas de substância. A sua composição transforma a vida, incapaz de se auto-interpretar, numa cópia compreensível da realidade autêntica”.

No entanto, tenha-se em conta que o modelo planetário dominante é liberticida. Só a hipocrisia ou a alienação do inseto-consumidor em que nos estamos a tornar, podem dizer o contrário.

Legitima-se a tirania da sondagem, irónica forma de manipulação das decisões, face à cidadania.

Não se gosta de encarar de frente, a realidade autêntica.

E no policial fazem-se ainda obras notáveis, ótimos filmes e também por eles e com eles se pôde combater o fascismo, o estalinismo, o macarthismo, de forma mais ou menos camuflada.

Mesmo Sam Spades ou Marlowes de papelão podem fazer estragos em certas ideologias, que os têm como inofensivos e secundários.

O futuro dirá se tenho ou não razão…

Carlos Macedo


[1] Por vezes, é quase caricato ver a que ponto (nesta repugnante reprodução de uma sociedade anómica) chegam as cenas (sempre iguais) de séries de televisão da Fox, dissecando este assunto. Ou ler, por exemplo, entre outras, mil obras do género, “A Philosophical Investigation”, de Philip Kerr, (1992), “Messiah”, de Boris Starling, (1999), os livros patéticos de James Ellroy e Patricia Cornwell.

[2] Que, educada pelo sinistro e mediático Billy Graham, por morte dos pais, iria acaba em frequentadora assídua de hospitais para doentes mentais e psiquiatras…

[3] Como os livros da francesa, historiadora e arqueóloga, Fred Vargas, perita em delírios simbólico-oníricos (“Pars Vite et Reviens Tard !”, “Debout les Morts”, “L’Homme aux Cercles Bleus”, “L’Armée Furieuse”, “Dans les Bois Éternels”, “L’Homme à l’Envers”), ou os do seu compatriota Franck Thilliez (“La Chambre des Morts”, “Le Syndrome E”, “Gatacca”), de Herbert Lieberman (“Necropolis”).

[4] Como referência, “Birdman”, de Mo Hayder; a “tetralogia” Hannibal Lecter”, de Richard Harris, a trilogia do francês Maxime Chattam (“In Tenebris, “Maléfices”, L’Âme du Mal”), “Messiah”, de Boris Starling ou “The Empty Chair” e “Cold Moon”, de Jeffery Deaver.

[5]Roman Policier”, 2001.

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