Quinta-feira, Junho 20, 2024
InícioLeiturasViagens ao interior da literatura de crime e mistério, por Carlos MacedoViagens ao interior da literatura de crime e mistério (32): A ter...
banner-complexo-aquático

Viagens ao interior da literatura de crime e mistério (32): A ter em conta a multiplicidade de ingredientes de tensão e suspense, um carrossel de talento imaginativo para agarrar o leitor do princípio ao fim

Thriller e suspense são, uma vez associados ao policial dedutivo (a partir de 1951), a forma mais pura da génese do medo em “entrelinhas”: uma criação subtil ultrassofisticada de indícios que, edificando um mundo de matar e morrer, acabam por fazer o leitor partilhar a angústia de alguém. Saber que pode acontecer o pior e esperar, a cada página, que isto aconteça. Conta pouco ou nada o enigma, mas sim prever (sem que possamos fazer nada para o evitar) que se vai assassinar, destruir ou aniquilar para sempre, a vítima-herói do romance.

Imagem do filme “A Noiva Estava de Luto”, realização de François Truffaut, 1968 com Jeanne Moreau e Jean-Claude Brialy, entre outros, baseado no livro de William Irish

Associo sempre este género de obra a uma dupla (talvez por estreiteza de espírito e pobreza de leituras): Boileau-Narcejac.
Foi assim em “Celle qui n’était plus / Les Diaboliques”, de 1952; será assim em “D’entre les Morts”, “Les Louves”, “Les Victimes”, “ Les Magiciennes”, “Les Visages de l’Ombre”, “Maléfices”, “Maldonne”, “Terminus”, o crudelíssimo “Bonsaï”, etc.

Estas autores tornaram-se mestres na criação de um clima de mal-estar indescritível e insidioso, mas impossível de definir, e, no fim, um terror a frio ou um ato de demência, que acentua ainda mais o que se viveu até aí.
Paralelo (talvez superior, não sei), só com William Irish (pseudónimo de Cornell Hopley Woolrich), que nasce em 1904, morre em 1968, e pela via (mais um…) do “Black Mask Magazine”, publica, em 1940, “The Bride Wore Black”, a que se seguem mais duas pequenas obras-primas: “The Black Curtain” e “Black Alibi”.
Mas é em 1942, com “Phantom Lady”, que Irish atinge o âmago do suspense, num livro de fim inesperado, mas em que, sobretudo, sentimos calafrios, por obra de um maestro da angústia que nos é injetada, pouco a pouco, insidiosamente, sob um fundo sombrio de música de órgão, que prepara para o horror final.

Imagem do filme “Kiss The Girls” (Beijos Que Matam), realizado por Gary Fleder, 1997, com Morgan Freeman e Ashley Judd, baseado em obra de P. D. James

Tudo isto num estilo impecável, que se acentua ainda, em “Waltz into Darkness”, “I Married a Dead Man”, “Fright”, “Strangler’s Serenade” e tantos mais, além de mais de 350 contos, de mérito igual ao dos romances, ou até superior.
Cabe referir ainda, o nome de Bill Ballinger, (nascido em Oskaloosa-Iowa, 1912, morreu em Tarzana, Califórnia, em 1980), com um estilo de thriller do mais original, uma renda de Malines, com a narrativa a-cronológica, atomizada em fragmentos aparentemente desconexos, ora em terceira pessoa ora subjetivos, narrados em diversos níveis, criando enredos, nos quais destinos aparentemente distintos, acabam (tragicamente) por se encontrar, em encruzilhadas de negrume, consistente desespero e impiedosa inevitabilidade.
Como em “Portrait in Smoke”, de 1950, “The Longest Second”, de 1957, “The Wife of the Red-Haired Man”, de 1957.
Estes três autores mostraram-me o que é um thriller.

Cito também o mérito da norte-americana Dorothy Belley Hughes, nascida em Kansas City, Missouri, em 1904, falecida em 1993, na Califórnia. “The Fallen Sparrow”, 1942, “Ride the Pink Horse”, de 1946, “In a Lonely Place”, de 1947 (de enregelar), “The Candy Kid”, de 1950, são pequenas obras-primas que é imperioso ler, para ter uma visão adequada deste subgénero, aliás objecto de excelentes versões cinematográficas.
Filmes protagonizados, entre outros, por Humphrey Bogart, Jim Backus, John Garfield e outros atores de igual valor e dirigidos por Nicholas Ray, Robert Montgomery, Richard Wallace, Don Siegel vão também nesse sentido.
Falar de história psicológica é, portanto, falar de suspense e de thriller, porque nunca se sabe até onde se abusa da resistência nervosa das personagens da novela e até onde se leva ao limite a capacidade de aguentar o horror imaginado, o agarrar do leitor, pelo medo e inquietação que a obra lhe provoca.
E, de facto, o terror, os cães da morte e as criaturas da noite, que podem surgir, lado a lado com uma máquina de fazer café, num capelista de bairro ou num balcão de uma livraria.
Ao contrário das referências literárias dos grandes que inspiram o Black Mask norte-americano (Sherwood Anderson, John dos Passos, Ring Lardner, Damon Runyon, Jack Kerouac, Norman Mailer), o suspense inspira-se mais em Theodor Dreiser, Henry James ou Edith Wharton.
E, quanto à sua evolução europeia, o percurso é o mesmo.
Cito o exemplo do polifacetado (bom em todos os géneros) escocês Iain Menzies Banks, nascido em 1954, célebre autor de ficção científica (com a sua civilização galáctica anarquista e tolerante, saga reveladora de muito talento) que é inexcedível em thrillers, como “The Wasp Factory”, de 1984, “Canal Dreams”, de 1989, “The Crow Road”, de 1992 e “Complicity”, de 1997, todos de feitura impecável.
Como referi, nas histórias deste tipo, o protagonista é a vítima, ou melhor, o crescer das ameaças que sobre ela se preparam para cair. Neles é-nos geralmente apresentada uma personagem colocada numa situação de perigo, com origem numa cabala maquiavélica que vai tentar matá-la, ou dar como louca, ou apenas destruir socialmente.
Há uma contagem decrescente para o desenlace, uma tensão dramática cada vez mais febril, cada vez mais rápida, culminando num desenlace, inesperado ou não.
Outra vertente deste tipo de obras é também o estudo psicológico (por vezes com vertente sociológica), analítico que baste, das causas que levam o criminoso ao crime ou a vítima a acabar imolada.
Dois exemplos significativos:
Em “Innocent Blood”, 1980, P. D. James, faz-nos uma pergunta: que faria você, se a sua mãe tivesse sido culpada de um crime atroz? E, ao sair da prisão, você seria forçada a falar-lhe, porque a escolheu (por dever moral de auto-maceração?) para mãe, em detrimento de pais adoptivos que a amavam e educaram?
Deverá voar, como fez, ao seu encontro e dar-lhe algum apoio, num mundo que a rejeita?
E como reagirá se (como é o caso), há também, esperando a saída da ex-presidiária, o pai da criança que foi por ela assassinada, para proceder, ele mesmo, à execução capital, que a justiça já não pratica, abolida a pena de morte.
E começa uma caçada, nas margens do Tamisa, nas ruas de Londres, na gare de Liverpool Street, de Paddington Street às árvores floridas de St. James’s Park, de Caldecote Terrace a Delaney Street.
O diálogo final é de antologia.

Imagem da série televisiva “Lisey’s Story”, 2021, baseada em obra de Stephen King, com atores como Julianne Moore, Clive Owen e Jennifer Jason Leigh

Como o é, por igual, “Lisey’s Story”, 2006, de Stephen King, pesadelo hediondo, mas que só pode acabar como acaba.
Aqui e além, há surpresa relativa no final, mas o suspense, o arquejar simbólico, do princípio ao fim do livro, vivem da justeza na caracterização das personagens.
Outro exemplo do grande mestre deste tipo de obras são três livros do clássico Anthony Berkeley Cox (na pele de Francis Iles), escritas em 1931, 1932 e 1939: “Malice Aforethought”, “Before the Fact” e “As for the Woman”. Já em 1930, ele afirmara:
“Estou pessoalmente convencido que os dias do velho enigma policial, puro e simples, repousando apenas sobre a intriga, sem definição dos caracteres, sem estilo ou ao menos, humor, estão terminados … e que este é chamado a evoluir para um romance de interesse criminal, retendo a atenção do leitor por elementos menos matemáticos que psicológicos”.
Nestes livros, como aponta certeiramente Julian Symons:
“o leitor sabe o que está a ser planeado, não há perguntas a que responder na última página e, no entanto, a tensão e excitação do leitor mantem-se espetacularmente viva”.
O primeiro dos três livros mencionados começa deste modo:
“Só muitas semanas depois de se ter decidido a assassinar a mulher é que o Dr. Bickleigh ativou algumas diligências nesse sentido. É que o homicídio é um assunto muito sério. O mais ligeiro deslize pode ser desastroso. E o Dr. Bickleigh não tinha a mínima intenção de falhar”.
Este livro, quando publicado, foi considerado “um extraordinário estudo psicológico de uma mente perversa” (“New York Times”) e, ainda, “a murder without a mystery”.
Constitui o paradigma ideal deste tipo de policiais.
E Berkeley torna espantosamente credível a descrição de uma cidadezinha rural britânica, dando dos seus habitantes um quadro, que pinta vividamente, do ambiente claustrofóbico e parado das suas vidinhas (pela caracterização da psicologia das personagens).
Mesmo que fosse um mero estudo de costumes, o livro mereceria todos os elogios.

Filme “Suspicion” (Suspeita), realizado por Alfred Hitchcock, 1941, com Joan Fontaine e Cary Grant, a cena memorável do copo de leite, argumento de Anthony Berkeley

Em “Before the Fact”, vai mais longe e conta-nos a história do ponto de vista (psicológico) da vítima, que aceita, no final, um copo de leite que, tudo leva a crer, sabe que está envenenado.
H. R. F. Keating considera este livro “um dos textos-chave da ficção policial”.
No terceiro (como os dois anteriores, inspirado em julgamentos criminais célebres na Grã-Bretanha), retrata-se a história de um triângulo, tudo menos amoroso, onde o ridículo mata as ilusões de um romântico pobre-diabo de Oxford e nem sequer se consuma (por inépcia), o homicídio. O estudo das personalidades de Alan Littlewood, Fred e Evelyn Pawle é, de facto, primoroso.
Por vezes, neste tipo de obras, o mistério é substituído pela descoberta, profundamente traumatizante, de um crime repulsivo.
Em que ninguém acredita. Ou que pode muito bem ser atribuído ao que teve a má sorte de nele tropeçar.
Especialidade esta em que William Irish é mestre, sobretudo nos seus contos curtos: “Fire Escape”, “The Man Upstairs”, “Hummingbirds come Home”, etc.
Há, pois, um crescendo de tensão, baseado não no descoberto, mas no que é sentido (pela vítima, pelo assassino, por uma testemunha).
Aqui, é a personalidade dos atores que tem que ser verosímil, que tem que se acordar com o enredo.
Boileau-Narcejac vão mais longe e entram, na análise dos caracteres de cada personagem, no que eles mesmos chamam suspense total. A poesia de pesadelo de “Les Diaboliques”, por exemplo. Aqui, a angústia deixa de ser o pavor perante um medo apavorante do que irá suceder, mas é, porventura, pior: é a angústia perante o desconhecido, perante o informulável.
“Eu matei aquele homem, como é possível que ele tenha voltado?”
A originalidade da trama do itinerário da vida das diferentes personagens, num arabesco sofisticado; a sua consistência social e psicológica; a qualidade da escrita (aqui mais essencial que nunca); e dos diálogos, se os houver.

Filme Anatomia de Um Crime, realização de Otto Preminger, 1959, com James Stewart no papel principal

Veja-se a obra-prima de Robert Traver, antigo juiz, com “Anatomy of a Murder”, 1958: cria não apenas um courtroom drama, mas também um romance de cariz psicológico, onde desenha a vitríolo, os caracteres das personagens, criando uma análise dura, densa e cruel, com um sabor de cinismo dificilmente atingível, na caracterização da pequena burguesia dos EUA rurais, face às alterações sociais impostas pela segunda guerra mundial.
Nos dias de hoje, tem vindo a impor-se, neste tipo de obras, com a mesma aguda observação das pessoas, uma por vezes profunda análise sociológica.
Como parece evidente, resultaram consequências do neoliberalismo nas novas gerações: na mente de jovens desempregados e reformados ao abandono; polícias, desprezados e socialmente secundarizados, sem equipamentos ou simpatias de ninguém; neuróticos, alcoólicos, drogados e sádicos violentos; ricos corruptos e poderosos, capazes e com meios de corromper; máfias de todos os quadrantes criminais; novos pobres sem qualificação, políticos venais, minorias muitas vezes perigosas. Que quadro nos pode dar um policial?
Um mundo de dramas.
À espera de um (bom) escritor: as famílias disfuncionais de Glasgow (“Garnethill”, de Denise Mina), Manchester, Boston, Paris, Milão ou New York; a putrefação de uma velha burguesia inadequada e obsoleta, aos olhos e exigências de um cibórgico mundo neoliberal (“The Ice House”, “The Scold’s Bridle”, de Minette Walters); as perversões dos post-68; a vida atual dos meios urbanos ocidentais, em crises sucessivas (“The Wasp Factory” de Iain Banks, 1984).

Série televisiva “The Ice House”, argumento de Minette Wlaters, 1997, com Daniel Craig

No caso específico de Minette Walters, o suspense nasce e apodrece, em situações doentias onde se pressentem, mais do que conhecem, taras sexuais, crimes familiares hediondos, perversões estranhas.
De uma classe média britânica em agonia lenta, mas imparável, com consciência crescente (nos mais lúcidos) que já não passa do 53º estado dos EUA.
É uma forma de escrever desesperada, que revela muito das próprias obsessões destes autores, pondo no papel os seus pesadelos privados, por vezes com estilo de primeira água.
“The Ice House”, “The Sculptress”, “The Scold’s Bridle”, “The Dark Room”, “The Echo”, “The Breaker”, “The Tinder Box”, “The Shape of Snakes”, “Acid Row”, “Disordered Minds”, escritos entre 1992 e 2004, por Minette Walters, são pequenas obras-primas do género.
Dificilmente esqueceremos o frisson criado por figuras de “The Echo”, como Nigel de Vriess, Blake ou Lawrence; a tenebrosa obesa Olive Martin, em “The Sculptress” ou, sobretudo, Mathilda Gillespie e J. Orloff, de “The Scold’s Bridle”.

Filme Merci pour le Chocolat, realização de Claude Chabrol, 2000, com Isabelle Huppert e Jacques Dutronc nos principais papéis

Seria injusto não salientar ainda, além dos já referidos, o nome de Charlotte Armstrong, americana do Michigan, 1905-1969, (“The Unsuspected”, de 1946, “The Chocolate Cobweb”, de 1948, “Mischief”, de 1952). O seu estilo insidioso e enfeitiçante, que proporcionou igualmente a realização de excelentes filmes, de Michael Curtiz a Chabrol, com interpretações de Isabelle Huppert a Marilyn Monroe.
Charles Maclean, nascido em Inglaterra, educado em Eton, dá-nos no ano de 1983 em “The Watcher” uma história de loucura, num quadro urbano de muito bom tom, que atinge limites inacreditáveis, na tensão que consegue criar no leitor.
Cabe referir que, também em toada psicoangustiante, apareceu um curioso livro, (do tipo do “Floating Admiral” ou seja, obra colectiva), desta feita, dos “Mystery Writers of America”.
Refiro-me ao romance “Marble Forest”, editado em 1953, de onde resultaria um filme (adaptação de Robb White, sob o título “Macabre”, realizado por William Castle, com Jim Backus, Jacqueline Scott e William Prince), da autoria de Theo Durrant, nome fictício que englobava Anthony Boucher, Allen Hymson, Cary Lucas, William Worley, Lenore Glen Offord, Dana Lyon, Florence Faulkner, Eunice May Boyd, Virginia Rath e Richard Shattuck.
Ursula Curtiss: nova-iorquina (1923-1984), historiadora de jovens ou crianças marcadas para serem vítimas na vida, correndo riscos só superáveis, vencidos os seus medos de origem. deu-nos “The Second Sickle”, “The Deadly Climate”, “The Wasp”, “Out of the Dark”, “The Stairway”, “The Forbidden Garden” que são algumas das suas melhores obras.
Mildred Davis, também de Nova York (1930), especializou-se na criação de atmosferas branco e negro (sombras e neve), plenas de subentendidos e necessitando de vários níveis de leitura do comportamento humano, dada ao leitor. “Walk into Yesterday”, de 1967, é uma joia de grande valor. Como, aliás, “The Sound of Insects”, “Three Minutes to Midnight”, “Tell Them What’s Her Name Called”, “The Room Upstairs”, “The Dark Place”, “The Voice on the Telephone”, “They Buried a Man”.
Henry Slesar, também de New-York, morto em 2002, cimenta com um humor corrosivo o seu suspense (especialmente em short-stories), em subtis arranjos, sempre originais: “The Grey Flannel Shroud”, “Enter Murders”, “Clean Crimes and Neat Murders”, “The Bridge of Lions”, “The Seventh Mask”, “The Thing at the Door”.
Continuando: Jack Ritchie, 1922-1983, americano de nome John George Reitci, criou o suspense humorístico ultra-negro; Mary Higgins Clark, a oportunista, produtora em série (best-série) industrial; Margaret Millar, uma genial canadiana, que nos livros, de subtil psicologia, protagonizados pelos seus “heróis”, Dr. Paul Prye, Inspectors Sands e Tom Aragon, nos apresenta uma galeria notável de falhados, por vezes até à loucura (“The Iron Gates”); Vera Caspary, que criou o famoso “Laura” (em 1943), entre uma legião de outros livros que também merecem ser lidos.
Saliento o estilo singular de Ben Elton (1961), com o notável “Popcorn”, de 1997, que nos apresenta a odisseia de um realizador de filmes de terror, nas mãos de um par de Bonnie e Clyde, mais frios e cruéis que víboras.
Nicci French (dupla Nicci Gerard e Sean French) com os seus angustiantes “Killing me Softly” (1999), “Beneath the Skin” (2000), “The Red Room” (2001) e, sobretudo, o apavorante “The Safe House”, de 1998, onde mergulhamos num Sussex de fazer insónias.
A escocesa Val McDermid, presenteia-nos com “Killing The Shadows”, “Dead Beat”, “Crackdown” e, sobretudo, “The Mermaids Singing”, de 1995, onde o terror é insidioso e torpe, criando thrillers de desfecho desconcertante.
John Katzenbach, norte-americano (Princeton, 1950), ex-repórter criminal do Miami News, é autor de dois futuros clássicos do género: “In The Heat of Summer”, de 1982 e “The Traveller”, de 1987, verdadeiro achado no tema de serial killing, sem esquecer duas outras pequenas obras primas, “Just Cause”, de 1992 e “The Shadow Man”, de 1995, entre outros.
Sean Connery, Kurt Russell, Ed Harris, Andy Garcia, Bruce Willis, já protagonizaram versões cinematográficas dalgumas das obras de Katzenbach.
Mas esta lista já vai longa e seria absurdo pensar que se poderia terminá-la, com inumeráveis dezenas de autores de muito talento na lista de espera.

Carlos Macedo

Deixe o seu comentário

por favor, escreva o seu comentário
Por favor, escreva aqui o seu nome

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

Também pode ler

Subscreva a newsletter

Receba as notícias do dia do jornal Mais Ribatejo diretamente na sua caixa de email.

Artigos recentes

banner-aguas-ribatejo

Comentários recentes

pub
banner-união-freguesias-cidade-santarem

Mais Ribatejo _ PopUp _ BolsaRecrutamentoULSETEJO