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Médicos Mais Perto – Projeto de Intervenção em Marinhais para colmatar falta de médicos de família

O projeto “Médicos Mais Perto”, a decorrer há dois meses no polo de saúde Marinhais, Salvaterra de Magos, já permitiu a realização de 450 consultas à população local, segundo foi divulgado hoje pelo ACES – Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria.

Este é um projeto que tem sido muito bem recebido pela população e que tem como ambição uma melhoria do acesso a cuidados médicos, assim como a obtenção de ganhos em saúde, refere o diretor executivo do ACES Lezíria Hugo de Sousa. O objetivo do projeto é melhorar a vigilância de grupos específicos como diabéticos, grávidas e crianças.
O projeto “Médicos Mais Perto – Projeto de Intervenção numa Comunidade Carenciada em Cuidados de Saúde Primários” resulta da colaboração entre a Unidade de Saúde Familiar (USF) S. Domingos e o polo de Marinhais, que integra a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) Salvaterra de Magos.

O projeto teve início no dia 3 de setembro de 2022, com duração prevista de 4 meses, com possibilidade de continuação no próximo ano.
Procurando colmatar a falta de médicos de família no polo de Marinhais, este projeto tem como principal objetivo a realização de consultas de vigilância nas áreas de Saúde Infantil, Saúde Materna, Planeamento Familiar e Rastreio do Cancro do Colo do Útero (RCCU), bem como junto dos utentes com hipertensão arterial e diabetes mellitus.

Estas consultas decorrem todos os sábados, das 9h às 14h, sendo efetuadas por especialistas em Medicina Geral e Familiar da USF S. Domingos e por médicos internos da especialidade.
Como balanço dos dois primeiros meses de trabalho (setembro e outubro) apresentam-se os seguintes resultados:
 365 consultas Saúde de Adultos, entre as quais consultas de hipertensão arterial/diabetes mellitus e consultas não presenciais (com a finalidade de solicitar previamente análises de vigilância a doentes hipertensos e diabéticos, de forma a serem portadores de resultados no dia da consulta para uma gestão mais eficiente de recursos);
 Consultas de Saúde Materna:
o 2 primeiras consultas de gravidez e 13 de seguimento;
o 1 consulta de revisão de parto;
 Consultas de Saúde Infantil:
o 3 primeiras consultas com ≤ 28 dias de vida, 1 consulta com entre os 28 dias e os 3 meses de vida;
o 28 consultas de vigilância com menos de 23 meses de vida;
o 33 consultas de vigilância entre os 2 e os 13 anos de idade;
o 12 consultas de vigilância entre os 14 e os 18 anos de idade;
 64 consultas de Planeamento Familiar/RCCU, com realização de citologias, colocação e remoção de implantes contracetivos e dispositivos intrauterinos.

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