Sábado, Abril 20, 2024
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As casas do Benfica e do Sporting (podcast)

Ao fim de tempos e contratempos, recuos e avanços, aparentes desistências e certezas convictas, foi finalmente inaugurada a primeira Casa do Benfica 2.0, em Santarém, nas antigas cafetarias do Jardim da Liberdade ou do Campo Sá da Bandeira, como cada um de vocês prefira.

Ouça aqui o podcast:

Não, não sou mais um que se vem congratular com esta “magnífica obra” e menos ainda considero esta inauguração um “dia histórico para Santarém”.  Tenho, como todos devíamos ter, a perfeita consciência de que esta foi uma quase “doação” que a nossa cidade fez a um clube, que por acaso foi o Benfica, tais foram as miserabilistas compensações que o município teve e terá com isto. Tenho também, como todos também devíamos ter, a perfeita consciência de que, um espaço central e nobre da cidade como aquele, não devia ser oferecido a quem não precisa minimamente de “esmolas” e menos ainda para um fim que, sempre se soube, teria de criar divisões entre os munícipes e protestos de alguns, só em reduzido número dada a passividade que nos carateriza.

Mas não queria hoje trazer aqui essa polémica.

Queria sim tentar perceber por que é que, mesmo numa altura em que, quer se queira quer não, o Benfica local se evidencia por esta obra de relevo, o Sporting continua a dar-se ao “luxo” de ter uma sede no Campo Emílio Infante da Câmara (não comparável com esta nova do Benfica, é certo, mas com muito potencial e bem localizada) e deixa-a ao abandono sem ninguém lhe ligar ou utilizar. É que nem sequer se pode dizer que os seus sócios e/ou dirigentes presentes e passados, são gente pouco influente e que (coitados…), mesmo tudo tentando, nada conseguem para o seu clube!

Mistérios e (des)interesses que me escapam completamente mesmo quando os tento entender…

Declaração de interesses (ou da sua ausência…): sou Sportinguista desde miúdo, mas pura e simplesmente porque comecei a dizer que o era e nunca mais o reneguei. Não tenho por isso qualquer fanatismo clubístico (e espero também não ter outros…), não sei quando é que há jogos do meu ou de outros clubes, não consigo distinguir a Primeira Liga da Taça de Portugal, e mesmo quando mais me interessei pela modalidade (durante os anos em que a minha filha com gosto a praticou), não consegui completamente entender o que é um “fora de jogo” ou por que é que deve ou não ser marcado um canto ou um penalti…

Francisco Mendes

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