Domingo, Junho 16, 2024
InícioAmbienteObra pioneira de renaturalização fluvial - Município de Santarém arranca com a...
banner-complexo-aquático

Obra pioneira de renaturalização fluvial – Município de Santarém arranca com a Empreitada Alviela 7.7

No âmbito do projeto de reabilitação da rede hidrográfica do rio Alviela em Santarém – Alviela 7.7, o Município de Santarém dá início, hoje, dia 3 de junho, à empreitada Alviela 7.7, que contempla trabalhos de reabilitação fluvial.

A empreitada, com recurso a Técnicas de Engenharia Natural (TEN) e controlo de espécies exóticas invasoras, nas margens ao longo do domínio público hídrico, será realizada por uma extensão de 7 km do rio Alviela e 700 m do rio Centeio, na União de Freguesias de Casével e Vaqueiros, na Freguesia de Pernes e na União de Freguesias de S. Vicente do Paúl e Vale de Figueira.

É uma obra ambiental pioneira em 7,7 Km de rio, com o propósito de demonstrar os benefícios das soluções baseadas na natureza para as pessoas, estimulando a reflexão e a integração das comunidades locais e dos atores-chave na concretização das ações de reabilitação e restauro fluvial, conservação dos ecossistemas ribeirinhos, promovendo a perceção do valor dos serviços dos ecossistemas prestados e das oportunidades de desenvolvimento socioeconómico dos territórios contemplados.

No âmbito deste projeto do Ambiente serão criados espaços de encontro com a Natureza, com a criação de um trilho pedonal e ciclável entre Pernes e Vaqueiros, para que a população possa usufruir de um bem-comum que proporciona bem-estar e conhecimento. No rio Alviela, em Pernes, haverá um sistema demonstrativo das TEN -Técnicas de Engenharia Natural que são aplicadas no projeto e podem ser replicadas.

1 comentário

  1. Muito bem. Digo-o na expectativa de que esta acção tenha sido pensada e planeada com o fim de produzir os amplos benefícios que diz pretender obter, em todas as dimensões enunciadas, e que, na realidade, os alcance. No mesmo sentido apoiarei o que for pensado e planeado relativamente ao rio Maior (vala de Asseca ou de Azambuja) curso de água altamente poluído há várias décadas, num percurso cujo território respeita aos municípios de quatro concelhos: Rio Maior, Santarém, Cartaxo e Azambuja. As organizações ecologistas das margens do rio Maior (Movimento Ar Puro-de Rio Maior, Movimento Ecologista-do Vale de Santarém, e EcoCartaxo) há muito que falam do assunto, e exigem medidas, que não são tomadas. Além da poluição constante, no rio cresceram árvores, os combros, destruídos em diversos pontos, são autênticas florestas; os jacintos invadiram o rio, apresentando enormes manchas. Para quando, os municípios e os organismos da tutela do Ambiente, começam a fazer o que até agora não fizeram, o que poderia transformar o rio Maior num curso de água de outras valências, ao nível do que se fala para o Alviela?

Deixe o seu comentário

por favor, escreva o seu comentário
Por favor, escreva aqui o seu nome

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

Também pode ler

Subscreva a newsletter

Receba as notícias do dia do jornal Mais Ribatejo diretamente na sua caixa de email.

Artigos recentes

Comentários recentes

pub
banner-união-freguesias-cidade-santarem

Mais Ribatejo _ PopUp _ BolsaRecrutamentoULSETEJO