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Leituras inextinguíveis (33): As Memórias de Adriano, por Marguerite Yourcenar: Como se demonstra que as obras-primas são monumentos sem idade

Com a concordância do jornal, criou-se uma secção com a seguinte especificidade: leituras do passado que não passam de moda, que ultrapassam por direito próprio a cultura do efémero, que roçam as dimensões do cânone da arquitetura, da estética e do estilo, tidas por obras-primas, mas gentilmente remetidas para as estantes, das bibliotecas públicas ou… Continue a ler

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Viagens ao interior da literatura de crime e mistério (2): Onde se desmonta o mito da falta de qualidade e se releva a sua autonomia e vitalidade

Tem mesmo qualidade literária? Nada do que referiram os seus detratores até hoje, retira qualidade literária às obras desta temática, revelando até, por vezes, novos caminhos, genialmente percursores no estilo, na linguagem, na estrutura narrativa, na riqueza inovadora das análises psicológicas, sociais ou puramente estéticas, no desenrolar da trama do livro ou do filme… Vejamos… Continue a ler

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DINFO: Os Serviços Secretos militares depois do 25 de Abril

DINFO, A Queda do Último Serviço Secreto Militar, por Fernando Cavaleiro Ângelo, Casa das Letras, 2020, é uma longa viagem sobre informações militares, a que não falta didatismo sobre conceitos de contrassubversão ou contraespionagem, o papel do agente duplo, a espionagem em Portugal, o fenómeno do terrorismo (da extrema direita à extrema esquerda), o nascimento… Continue a ler

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A Madrugada em Birkenau, relato de memórias de Simone Veil

Num universo editorial profusamente ocupado por relatos do Holocausto (basta pensar nos quilómetros de literatura pungente que vão de Curzio Malaparte a Primo Levi) é necessário trazer algo de invulgar, uma dimensão outra da normalidade do horror, um olhar extremamente perspicaz sobre a tenacidade da sobrevivência, para darmos crédito a um testemunho que nos permita… Continue a ler

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Viagens ao interior da literatura de crime e mistério (1): A questão da identidade e a esfera da autonomia do subgénero literário

I – O QUE É LITERATURA POLICIAL O crime é elemento essencial do quotidiano, nos diferentes avatares na evolução dos seres humanos ao longo da sua história. Por exemplo, a destruição de outras vidas. Graças a ele comemos, porque alguém matou seres vivos para adornar a nossa mesa. Vestimos (ainda) peles de mamíferos e aves,… Continue a ler

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Leituras inextinguíveis (32): Joaninha dos Olhos Verdes ou a aurora da moderna literatura portuguesa

Com a concordância do jornal, criou-se uma secção com a seguinte especificidade: leituras do passado que não passam de moda, que ultrapassam por direito próprio a cultura do efémero, que roçam as dimensões do cânone da arquitetura, da estética e do estilo, tidas por obras-primas, mas gentilmente remetidas para as estantes, das bibliotecas públicas ou… Continue a ler

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Grandes nomes da literatura de crime e mistério (29): S. S. Van Dine, pseudónimo de Willard Huntington Wright (1888-1939)

Norte-americano, nascido em Charlottesville, Virgínia, em 15 de outubro de 1888 e falecido em 1939, em Nova Iorque. O seu verdadeiro campo (a que se deveria talvez ter confinado…) era a História de Arte, de que fala a propósito (em geral, a despropósito), em quase todos os seus livros. Oriundo de uma família de meios,… Continue a ler

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Grandes nomes da literatura de crime e mistério (28): Peter Cheyney, de nome completo Reginald Evelyn Peter Southhouse Cheyney (1896-1951)

Nasceu em Londres,1896; morreu na mesma cidade, em 1951. “O que Cheyney trouxe ao romance policial, foi tudo o que a vida sempre lhe recusou”, disseram dele, com razão, Boileau-Narcejac. É a pura verdade. Era um homem profundamente inseguro, que compensava os seus complexos de inferioridade, agindo como um mitómano (patológico?). Creio, sem o poder… Continue a ler

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