José Raimundo Noras

Posted on Em Opinião

Sidónio Muralha (1920-1982): “o homem que não teve avesso”

“Parar não paro / Esquecer não esqueço / se carácter custa caro pago o preço/ Pago embora seja raro / mas um homem não tem avesso / se tropeçar não paro / Não paro nem mereço […]”1 No “ano de todos os centenários”, de Bernardo Santareno a Amália Rodrigues, é importante lembrar Sidónio Muralha: “o… Continue a ler

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